RESIDÊNCIA ARTÍSTICA Terra UNA

Interações Florestais 2011

Corpo/Cidade/Natureza: da rua ao campo...



De: Aline Cristina da Silva

Ação, SP

A Proposta

A hibridização da linguagem artística agregada às áreas de conhecimento é um fator pontual para o desenvolvimento da pesquisa na arte contemporânea. Proponho, em meu processo criativo desde 2008, práticas que envolvam dentro da linguagem do teatro e da dança: a filosofia, arquitetura e urbanismo. A partir disto analiso nosso corpo, nossa memória, nosso patrimônio. E prossigo sublinhando que nosso corpo é terra, nossa memória é natureza e nosso patrimônio é mundo. Um dos objetivos deste projeto é mapear experiências (corpo x arquitetura, urbanismo x meio ambiente desde a cidade ) de Rio Claro (SP) até a cidade de Liberdade (MG) sobre o tema ”corpo, cidade e natureza”.

Este projeto divide-se em duas fases:
1º) A investigação inicia-se 01 mês antes na cidade de Rio Claro com exercícios de mapeamento psicogeográfico e corporal, que serão registrados tanto em vídeo quanto em um diário escrito.

2º) Nas dependências do Terra Una, junto da comunidade local do Ponto de Cultura e Sustentabilidade proponho vivencias diárias com os moradores e 01 oficina de 03 horas/diárias na última semana de residência com a comunidade local, com artistas e interessados.

Interação com o Ponto de Cultura

As vivencias diárias com os moradores se farão através de encontros, entrevistas e conversas no qual o tema a ser tratado é ”corpo, cidade e natureza”. A partir deste tema compartilharei 01 oficina de 03 horas/diária na última semana de residência (11/04 à 15/04) com a comunidade local, com artistas e interessados a fim de desenvolver a sensibilidade, aflorando o espírito coletivo e lúdico da brincadeira usado como ferramenta para a construção da arte. Esta oficina tem capacidade máxima para 20 pessoas.

Objetivo:
Estimular a sensibilidade do corpo habitante de pequenas e grandes comunidades através de exercícios/jogos aflorando a expressão individual de cada um de forma a intervir no espaço em que habitam. Serão compartilhados exercícios/jogos teatrais (viewpoints, improviso) e dança (ritmo, coreografia), além de leitura de textos referente ao tema. O processo/resultado de cada participante será exposto nas dependências do Terra Una.

Sobre o artista

Começou na área artística como atriz com o grupo de Pesquisa de Linguagem Cênica (2000-2005) do Núcleo de Artes Cênicas do SESI em Rio Claro, São Paulo. Em 2006 mudou-se para Curitiba para cursar Artes Cênicas, com habilitação em Interpretação Teatral, da Faculdade de Artes do Paraná. Como performer criou o projeto permanente Intervenções Cênicas (2008-2009), oriundo do Programa de Iniciação Científica – PIC/FAP apoiado pela Fundação Araucária, oferecido pela Faculdade de Artes do Paraná. No ano de 2008 participou de oficinas e workshops oferecidos pelo Centro de Estudo do Movimento – Casa Hoffmann voltados para a pesquisa em dança, artes tecnológicas e teatro.Em 2009, participou do workshop de Video-Dança oferecido pela PIP Cia. de Dança participando no final desta oficina com o vídeo dança “Work in Process” dirigido e gravado pelo videomaker Ricardo Alvarenga. Em 2010 entrou na “Cia. do Abração” integrando o Grupo de Pesquisa Cênica e como atriz e pesquisadora. Atualmente desenvolve o projeto Intervenções Urbanas_Pequenos Gestos projeto fotográfico.

Comentários

1. Danilo Pêra Pereira
01/02/2011 23:42
"Bora" entrevistar!
2. Aline Cristina da Silva
01/02/2011 13:27
Xará Midori!!!

Lendo algumas coisas e outros projetos to tentando responder sua pergunta com outra pergunta: será que após adquiridos a experiencia do momento é possível perder memória, história, patrimonio? Acho que é possível deixar de lado, renegar, encobri-la de "outra" memória, história, patrimonio, porém ela sempre estará lá...E sinto que como artistas, educadores, conscientes devemos movimentar e fazer diferente deste processo que te disse acima. Posso dizer de experiencia propria, por exemplo sobre a consciencia negra dentro de minha familia. Alguns lutam para manter a memória de nossos antepassados, outros discutem que isso já foi a mais de 2 séculos que temos de viver o furuto, passar por cima do passado sem preserva-lo e cuidá-lo...é uma luta crucial no qual eu estou enlouquecida... Algo para se pensar mais e refletir com serenidade...
Também queria te parabenizar com seu projeto que também é xará na idéia! ADOREI GURIA! Bafoooo.
Quanto a geometria que - vc citou - que irradia dum ponto pode ser experimentada com dobradura (Japão),poesia (França?)e dança (África e Brasil; também acredito em algo maior e abrangente, basta apenas conhecer e perfurar as linhas imaginárias territorias do mapa da geografia política...Vms ter que mais afundo e eu creio que devamos recosturar esta linha...kkkk

Um abração e vamos nos falando!
Abraço forte
Midori
3. Aline Cristina da Silva
01/02/2011 13:09
Oi Débora!!

Amei o mito de Egrégora, principalmente este trecho do início de Hermes:

"Quem és tu?
Eu sou Osíris, a Inteligência suprema, que tudo posso desvendar.
Que desejas?
Descobrir a origem dos seres, ó divino Osíris, e conhecer Deus.
Será satisfeito."

Vou continuar pesquisando, pq faz sentido a bessa... E o que é lindo no que vc me perguntou antes é que "A Egrégora pode ser definida como uma energia resultante da união ou da soma de várias energias individuais. Ela é formada pelo afluxo dos desejos e aspirações individuais dos membros daquele grupo."

Isso sim sinmto...o fluxo da energia em um grupo, uma comunidade, uma cidade!

AMEIIIIIIII

Muito obrigada!
4. Aline Midori
31/01/2011 14:46
E se somos de todos os lugares, mas levamos em corpo e alma nossa origem, te trago uma questão: e quem perde sua memória, sua história, que patrimônio passa a ter?
Só coloco esta porque sei que ora é falta de feijão com orapronobis, ora é excesso de informação e demanda que lesa a cuca.
Parabéns pela inter/trans/multidisciplinariedade que você arquiteta!
A vontade que tenho é ligar pontos etno-geográficos e verificar os contrastes e coincidências culturais.
Aí vale saber se esta geometria que irradia dum ponto pode ser experimentada com dobradura (Japão),poesia (França?)e dança (África e Brasil): é só um exemplo!
Abraço forte
Midori
5. Aline Midori
28/01/2011 23:56
Genial, xará!
Quero te contar que ler da direita pra esquerda é invenção oriental, que de vez em quano experimento: comecei da letra Z, numa primeira leitura e nos comentários posteriores.
Cá dou um pulo ligeiro (ainda estou na letra D!) só pra dizer que amanhã chego inteira!
Com carinho
Midori
6. Deborah Cimini
26/01/2011 00:34
olha essa... comentando com o tiago sobre coisas da vida me peguei falando de egrégora e percebi que talvez seja exatamente disso que estavamos falando. Já pesquisou sobre? Entrei rápido num site pra confirmar o significado e caí nesse que logo no início relaciona com as cidades...dá uma olhada seletiva aí.
http://www.maconaria.net/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=30
7. Deborah Cimini
25/01/2011 23:41
oi Aline,

claro, adorei também!! fiquei muito feliz com a sua resposta... o fato é que nem importa se é assim que acontece mesmo, mas é muito legal quando temos essas percepções... é como se trocasse um filtro, a coisa continua sendo a mesma e não sendo ao mesmo tempo, risos, bom né?! porque se a gente parar pra pensar somos seres formados por milhares de outros 'seres' autônomos e interdependentes que unidos formam um organismo/sistema maior do que ele mesmo... (então seriamos deuses para nossas moléculas, células e bactérias?! gosto de pensar que sim!!! risos)
Agora, com base na resposta sobre a sua visão talvez a questão então possa ser outra, se a gente escolhe o lugar ou é escolhido por ele...
seguimos divagando...beijos.
8. Aline Cristina da Silva
24/01/2011 14:46
Oi Deborah!
Nunca tinha parado para pensar sobre o espírito dos lugares...Que genial isso! Tudo neste universo é dotado de espírito, de uma aurea interligada a um grande sistema que alguns dizem ser Deus, outros dizem ser deuses, outros universo..hehehe
Eu sinto que a "cidade", ou melhor, o local onde os grupos humanos escolhem viver e compartilhar juntos um território, é o local no qual existe uma grande energia que eu sou atraída...Acho que quase todos nós aqui... :)
Porém nunca tinha pensando num espírito da cidade...Pensava mais em algo como uma energia movida por vários seres que se aglomera em um determiando espaço/tempo e que é levado de acordo com as necessidades Mas é uam ótima indagação esta...Estou cá pensando muito. Muito obrigada por este momento...de reflexão. Estava precisando.
E vamos compartilhando mais pq achei muito interessante sua maneira de viver a vida e a arte que é através da espiritualidade.

Grande abraço!
Line
9. Deborah Cimini
23/01/2011 18:40
oi aline, me parece que a sua visão das coisas tende muito ao universalismo, gosto muito disso! Lendo sua proposta fiquei pensando em uma percepção que tive a algum tempo e gostaria de compartilhar com você e saber sua opnião sobre isso (sem maiores pretensões, mais pela troca mesmo, ok?!). Como minhas reflexões partem sempre de uma visão espiritualista do mundo e das coisas, tenho pesquisado sobre o espírito dos lugares e como vejo a cidade como natureza também (fruto da mãe terra) fiquei pensando sobre o espírito da cidade, como uma entidade mesmo um ser autônomo, sabe?! a coisa do macro e do micro, de corpos nos corpos...vc sente isso? o que vc acha? ou a partir de que lugar vc estabelece seu contato com a cidade. não sei se dá pra entender falando assim, mas vamos tentar...rs. beijo.
10. mavi
21/01/2011 01:26
ah, e a bolha é ma proposta de construção coletiva. Não é pra se mandar fazer, é de se construir junto.
todo o processo é sustentado pelas várias mãos.

bj gatti
11. mavi
21/01/2011 01:23
aaaaaah aline, super legal a gente se cruzando por aqui.

Acho q ficou um tanto mais claro pra mim agora essa coisa da psicogeografia. Acho que será intenso essa sua jornada de River Clear até a TErra Una! Desejo-te sorte pra que encontres bons caminhos pra desenvolver essa sua empreitada.

Sobre a bolha, deveremos cautelosos e cuidadosos e sensíveis e tomar todas providencias necessárias para não estar em confronto com os preceitos da Terra Una, ou seja, cuidar pra todo o plastico seja removido, reciclado etc.
12. Aline Cristina da Silva
19/01/2011 16:59
Oi Angelo, Mavi e Pego! A idéia deste projeto é a obra ser o mapeamento/resultado/afetivo do corpo enquanto intérprete e cidadão(CORPOGRAFIAS); da cidade(Rio Claro/Liberdade); e da Natureza (Terra Una). Tudo inicia um mês antes da residencia na minha cidade(Rio Claro), seguido de minha tragetória de Rio Claro/SP até Liberdade/MG e finalizado com a vivência diária com a comunidade, residentes e interessados. O procedimento em Rio Claro será o registro e mapeamento que poderá ser feito de algumas maneiras que chamo de "convencionais" (foto, vídeo,mapa geográfico) e as "não convencionais" (esculturas, colagens, pinturas, dança, rabisco, brincaderas, jogos,etc...). Durante a viagem farei apenas o método de registro convencional, por que na vivencia optarei por outros e infinitos meios de apreensão e registro. Estes dias de vivência resultarão em "sub-obras" - se assim posso dizer - no qual formarão um grande "mapa". Neste grande "mapa" toda a trajetória, história, experiência, não só minha, mas de todos os participantes estarão inscritos. A idéia deste grande mapa não ser só meu, mas de todos que vivem a cidade e o campo. Que experienciam lugares e as vezes não se dão conta da importancia geográfica, local e afetiva(PSICOGEOGRAFIA). Acho que a falta de afeto nos lugares fazem os tornarem esquecidos e sem importância. Por isso luto para que todos se conscientizem que é importante cultivar o bem estar do espaço, seja ele urbanos, seja ele "rural". Esta é minha idéia inicial... que poderá mudar...Estou aberta a sugestões, críticas para melhorar e desenvolver isso.

E Mavi!!! Não creio que é vc! Sou eu de Curitiba e agora Rio Claro. Amiga do Fe, Moira... Vms nos falando

Ana, muito obrigada pelo comentário e sim a máxima "nosso corpo é terra, nossa memória é natureza e nosso patrimônio é mundo" é o que me move enquanto ser...

Beijos a todos e "merda-merda" (como se diz no Teatro)
13. mavi
19/01/2011 01:59
Aí fico curioso!
como se dá esse trem: "A investigação com exercícios de mapeamento psicogeográfico e corporal"?
Explica-nus,é uma investigação do meio urbano e como isso se reflete no corpo? ou é um mapeamento do corpo diretamente?
poder-nos-ía comentar um cadin mais...?

bjs Aline
14. mavi
19/01/2011 01:45
GAtti, eu acho q te conheço de Londrina, no filo.
cia do abração né?


hum!
legal
15. Amanda Freitas
18/01/2011 22:23
Gostei da tua máxima: "nosso corpo é terra, nossa memória é natureza e nosso patrimônio é mundo."
... me remete à amplitude e à coletividade, como uma busca por aquilo que nos conecta, nossas semelhanças mais latentes.
Uma coisa assim expansiva, esticada! rs
...


Boa sorte!
Luz.
16. Douglas Pego
18/01/2011 17:08
oi Aline,
estava vendo seu blog...tem umas sacadas tao boas. umas ações simples e tão ... num sei a palavra.

Eu pensei nisso que o Angeo falou: como vc poderia mostrar isso, apresentar?

"corpo, cidade e natureza" Alguma relação daí que te interessa mais?

muito prazer!
Pego.
17. Angelo Luz
15/01/2011 13:41
EEEEEEEE Aline!

Que legal te ver por aqui! Gostei da sua propostaMe pergunto como vc pretende mostrar isso. Ou é apenas um experimento efêmero?

Boa sorte! Um abraço!
18. Aline Cristina da Silva
14/01/2011 17:54
Oi Thais!!!

Vms se falar! Eu conheço a Michelle e foi ela que me passou o site do Terra Una. Achei otimo! Bom como temos interesses em comum, vms nos falando!!!



muitos beijos
19. Thais de Almeida Prado
10/01/2011 14:48
Guria que loucura,

eu estudei 2 anos na FAP e era muito amiga da Michelle Moura, conhece?

Vamos trocar figurinhas e oficinar por aí juntas...

corpo, memória e patrimônio é algo que eu tenho perseguido nos últimos tempos... queria ver a partir de seu olhar!

vamos lá!!!
20. Gilio Mialichi
08/01/2011 19:03
Oi Aline

Quanta proposta inscrita de qualidade...cada um com sua poética, objetivo e conhecimento adquirido durante a vida...

Aqui todos temos muito a oferecer e aprender também...e é por isso que estamos juntos nessa.

Aproveito para convidar aos que ainda não visitaram e apreciaram os projetos para fazê-lo. Vale muito a pena...pessoas novas, conhecidos, dúvidas, poéticas semelhantes,surpresas, emoções....diversidade!!!

Minha proposta inscrita é "Homocrisálida"... passem por lá e registrem suas impressões.

Também tenho um blog com imagens de outros trabalhos que contam um pouco da minha história artística. Se puderem visitem:

gilioarte.blogspot.com

Escrevam.......... gmialichi@hotmail.com

Até

Gilio Mialichi
21. Tiago Folador Galter
07/01/2011 20:51
Muitas trocas nessa caminhada Aline e que as melhores experiencias possam ir com vc a Terra Una...
22. Aline Cristina da Silva
07/01/2011 20:38
Oi Khalil!
Obrigada pelos comentarios, acho rico tudo isso. Bom o trabalho "Desculpem, mas eu tenho que falar", partiu da minha insatisfação enquanto artista na cidade de Curitiba. A meios e meios de se trabalhar e falar sobre qualquer coisa e acho que o artista - e que bom isso - é um privilegiado que pode falar abertamente sobre "qualquer coisa". Neste caso era minha insatisfação enquanto artista, enquanto publico, enquanto cidadã votante, etc...Parece um pouco violento, revolucionaria, utopica minha proposta,mas na verdade é um experimento embrionario de minhas ideias que não para de se movimentar. Sei lá, a voz e a presença do artista na sociedade faz diferença, pq creio que temos uma onda imensa de sensibilidade... Não sei ... posso estar errada, mas é o que penso.

Fernando vms interagir sim, gostei muiiito do seu trabalho falo de cidade - meio urbano - pq vivo nela e sei que um lugar caloros de encontros criativos...Vms nos falando!

Flavia, sensibilidade todos temos pq é nosso jeitinho de ser...Muito obrigada e vamo que vamo!

Um bjão a todos!
23. Fernando de Pádua Mesquita de Azevedo
05/01/2011 23:15
oi Aline, instigante pensar Corpo/Cidade/Natureza: da rua ao campo... dentro de ma proposta de intervenção.
eu também gosto de transitar pelas tramas invisíveis do real.
brincar com a cidade e o campo com um lugar comum, possibilita conhecer mais ainda as tudo que gira em torno daquele que percebe.

vamos caminhando e interagindo pra ver como nossas propostas podem se interligar

abraços do norte
24. Flávia Paiva
05/01/2011 15:42
adorei seu comentário!
25. Khalil Charif
05/01/2011 10:17
Muito sensível esses trabalhos que vc faz, achei instigante aquele do megafone no blog: "Desculpem eu tenho que falar" - como foi?

A sua proposta vai ao encontro de toda essa pesquisa passando por várias áreas... gosto muito dessa sua visão de mundo.
Vi tb que vc se interessa pela transdisciplinaridade, por esse trânsito complexo que é a coisa toda do nosso viver... A sua busca, nesses pequenos gestos tem grande significado, é o nosso tempo de perceber pequenas coisas, levantar grandes questões, esse "corpo terra memória patrimônio natureza" parece dizer isso tudo com irreverência...

abs
K
26. Gilio Mialichi Neto de Oliveira
04/01/2011 20:48
Olá Aline, vamos mantendo contato sim

Meu e-mail é:

gmialichi@hotmail.com

Até

Gilio Mialichi
27. Flávia Paiva
04/01/2011 12:40
Lindo o seu trabaho!
me coloco em diálogo com vc!
muitas coisas para a gente trocar!
adorei a foto do trabalho
"Proibido ficar parado"
quero criar relações, diálogos e trocas!

vejo em vc muita energia, força e ao mesmo tempo sensibilidade!
adorei!

28. Aline Cristina da Silva
03/01/2011 20:53
Oi Gilio! Que bom que somos vizinhos!!!

Conheço so por nome o Secchi, mas ele é um grande amigo de um amigo meu aqui de RC. Como passei um tempo fora retornei agora pra RC estou me reintegrando com os artistas locais e espero trocar alguns projetos. Nos falemos e troquemos mais infos!

Forte abraço
29. Gilio Mialichi Neto de Oliveira
03/01/2011 20:17
Oi Aline

...parece que somos vizinhos de cidade...sou de Limeira bem perto de Rio Claro. Você conhece o Scchi ai de Rio Claro?
Seu projeto é bem amplo e audacioso....completo.

Parabéns pela proposta e muito boa sorte

Gilio Mialichi