Da Cidade ao Campo
De: Santhiago Vieira de Andrade e Silva
O Projeto
Da Cidade ao Campo é um projeto concebido como um desafio em meu caminho. Acredito que a imersão em um ambiente, cuja essência e visualidade se opõem ao meu cotidiano, poderá criar novas possibilidades para o desenvolvimento de meus desenhos e pinturas.
Minha trajetória artística é marcada pela vivência urbana. Meu primeiro contato com a arte foi por meio do graffiti. Hoje, continuo realizando pinturas murais e intervenções na cidade e posso dizer que poética é construída essencialmente por elementos urbanos.
As ruas, os prédios, os viadutos, a arquitetura urbana, os planos e volumes das grandes metrópoles são matéria prima para o desenvolvimento de minha prática pictórica. É de suas configurações geométricas que me valho, num processo de abstração e de composição de cores e formas, para inaugurar minha plasticidade. Esse percurso faz de minha imersão num cenário rural, pouco conhecido e explorado um desafio.
Da cidade ao campo tem a intenção de dar continuidade ao processo de abstração de formas geométricas para a construção de uma poética visual, mas que se realiza a partir de um olhar para as formas orgânicas e naturais, próprias do cenário rural. Com a proposta de, ao fim, m
Interação com o Ponto de Cultura
Para a interação com o ponto de cultura me proponho a ministrar oficinas de pintura em grande formato.
Aproveito a experiência que possuo na produção de painéis e intervenções urbanas para fazer esta proposta. Afim de permitir a outras pessoas a experiência de realizar desenhos e pinturas tendo como referencia as proporções do corpo humano. A oficina propõe a realização de estudos de desenho e pintura sobre folhas de papel pardo. Usando o papel como suporte o receio de errar é quase nulo, assim a liberdade de criação e experimentação é maior.
Os matérias utilizados poderão ser lápis, canetas ou tintas acrílicas.
As oficinas acontecerão em dois momentos. O primeiro com a apresentação de imagens de trabalhos realizados em grande formato. Como exemplo serão mostrados, trabalhos do muralismo mexicano, o quadro Guernica do pintor Picasso painéis de graffiti e arte publica de artistas como Di Cavalcante e DJ Oliveira. Num segundo momento os participantes estarão livres para experimentações utilizando lápis, canetas ou tinta acrílica, sobre as folhas de papel pardo.
Para a realização das oficinas é necessário um espaço (ateliê), onde existam paredes com no mínimo dois metro de altura,
Sobre o artista
Formação:
o Superior Completo - Bacharel em Design de Comunicação pela Ucg – PUC
Participação em eventos
o 1º Bienal Internacional de Graffiti de Belo Horizonte (2008 – participação como artista)
o 2º Segundo Circuito de Palestras: Olhar Crítico sobre a Arte: Intervenções Urbanas (2008)
o Casa Cor Goiás 2008
o 1º Arte em Conta – Exposição Coletiva – Espaço Cultural Arte Plena ( 2009)
o Goiânia Viva Feliz 76 anos – evento de comemoração ao 76º aniversário da Cidade – Premiado primeiro lugar . (2009)
o 31º Concurs Novos Valores em Artes Plásticas - Fundação Jaime Camara (2009) - GO
Trabalhos Publicados
o Revista Zero – Projeto 1 a 0 – 2005
o Balanço Social Telecomunicações 2006
Outras Publicações
o Jornal Notícias de Goiás – Março de 2007 – Cultura Urbana - Reportagem Arte dos Muros
o Revista Especial Graffiti – Nº 0039 – Editora Escala
o http://www.ekosystem.org/tag/selon - Site Especializado - Graffiti no mundo todo e galerias de arte de rua e notícias. Inclui fórum
o http://www.unurth.com/filter/Selon - Street art blog: graffiti, stencil de todo o mundo.
Comentários
Aqui é só o começo de novos rumos.
flaviapaiva007@hotmail.com
Sorte!
O Projeto:
(...) Com a proposta de, ao fim, m(...)
e em Interação com o Ponto de Cultura:
(...)Para a realização das oficinas é necessário um espaço (ateliê), onde existam paredes com no mínimo dois metro de altura, (...)
Sei que na apresentação não cabe tudo o que a gente quer, mas gostaria de saber como você conclui estes dois itens, especialmente em O Projeto.
Um abraço!
Dá vontade de vê-lo no mato.
Boa sorte!
um grande desafio mesmo;
acredito neles.
torço para que tenha esta oportunidade.
abraço
ricardo
hominidae
Escrevo a todos trazendo uma reflexão para inspirar nossas escolhas sobre as propostas mais indicadas para este tempo de trabalho nas montanhas de Liberdade.
Muitas são as oferendas de beleza, arte, encantamento.. e há uma motivação sincera para compartilharmos (além deste espaço virtual) um encontro em Terra Una...
Acredito que a oportunidade de participar de um projeto como este para cada artista inscrito é muito especial... mas digo que além desta beleza há uma ainda maior que é a de muitas crianças, jovens, adultos e os ainda "mais adultos"... em receber em sua cidade (de 6.000 habitantes ! que não tem biblioteca pública, além das existentes nas escolas, que não tem sala de cinema, teatro ou qualquer outro espaço onde se possa manifestar a arte... em todos os seus aspectos... ) um centro cultural...
Para que a comunidade sinta-se motivada a chegar até o Ponto de Cultura o convite para as vivências precisa ser claro e ao meu ver que tenha (o projeto) continuidade após os meses do Interações Florestais.
"A passagem do vento em si só trás mudanças
mas se uma semente cai em solo fértil....
quanta diferença !"
Se possível, gostaría de saber como cada participante visualiza a continuidade de seu projeto no Ponto de Cultura.
Ainda estou lendo os projetos...
muita beleza, muita criatividade,
presença do Divino !
Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
gostaria de poder apreciar seu trabalho nos muros e ruínas de São Paulo.
transpor seu trabalho para a floresta e ambiente rural será um desafio interessante e arduo!
boa sorte!
Visitei seu flickr, gostei bastante da sua trajetória artística, pelo que entendi vc deixou um pouco de lado o grafismo característico do grafitti, por uma caracteristica mais pictórica, vi uma preocupaçao maior com a elaboração da cor, forma e como isso dialoga com o espaço ao qual vc está interagindo. As imagens que colocou com o projeto me lembram arte concreta, acho boa a proposta de pintura em grande formato, eu mesma que pinto a algum tempo pouco me arrisquei fazendo grandes pinturas. Seu trabalho pictório dialoga muito bem com a percepção que vc tem do urbano, quando vc coloca sua pintura num espaço tridimensional, pessoalmente acho que fica mais interessante o resultado. Apesar do receio que demostra com um espaço não familiar, espaço rural, sua sensibilidade se fará presente!
Um abraço e boa sorte!
Seu trabalho ganha uma força incrível quando você foge do plano bidimensional e procura cantos, como mostra sua imagem 2.
Como seria sua proposta com o grafiti num ambiente em meio a floresta, posso imaginar que ficaria bárbaro, além da contradição das origens.
Parabéns e boa sorte
Gilio Mialichi
Boa sorte!
:)
Suas pinturas são bem legais, realmente não são convencionais e as composições são bonitas.
Abraço
tem um grupo daqui de Fortaleza bem massa tbm. olhae, nao sei se tu conhece:
http://www.grupoacidum.art.br/
grande abraço


