Correspondência Anônima, CEP 37.350-000

De: Patricia Gerber

Foto e vídeo, SP

O Projeto

Proposta de vivência imersiva e de integração com a cidade e a comunidade local para formação de acervo de registros visuais sobre a identidade e a poética do gênero feminino.
C.A é um projeto de ação colaborativa e produção coletiva e individual de registros imagéticos sobre os códigos de relação entre mulheres e o meio em que vivem.
O projeto versa aspectos de modos de vida, pensamento e identidade como comunicantes da cultura em diferentes circunstâncias , contextos e singularidades sobre membros femininos específicos da sociedade atual.
Relação mulher e lugar de origem. Processos de socialização, aculturamento, gênero e formas de organização, modos de trabalho, ocupações,aspectos da alimentação,adornos, pessoas, divertimentos, modos de transporte e outras possibilidades que contribuam para a analise antropológica cultural sobre identidade feminina, em diferentes aspectos e sobre o olhar feminino.
A atmosferA lúdica e participativa promove a interação e possíveis trocas entre habitantes da cidade tornando visíveis peculiares e formas coletivas de expressão e manifestação da identidade e poética.

Interação com o Ponto de Cultura

Processo de produção a partir do cotidiano e de ações colaborativas entre mulheres residentes na cidade.
Serão 05 encontros com 03h de duração. A instituição poderá divulgar a oficina e realizar as inscrições prévias. A instituição colabora como sede do projeto para odesenvolvimentodos encontros e posteriormente como espaço
de apresentação dos resultados.A oficina reunirá mulheres residentes da cidade de idade superior a 18 anos e interessadas em intervir em atividades e desenvolvimento do projeto e durante o trabalho contribuir em atividades, elaborações coletivas, produção de registros de imagens e amostras, propostas de rotas para visitações, pessoas, costumes e rotinas da cidade, entre outras possibilidades.
Serão disponibilizadas câmeras/foto modelo descartável em cargo de empréstimo para as participantes durante o prazo compreendido entre os intervalos das atividades da oficina e posteriormente serão recolhidas para revelação das películas.
O conteúdo dos registros será exclusivamente sobre a cidade onde o projeto acontece e especificamente entre habitantes locais. O resultado será a composição dos registros produzi-dos pelas participantes e artista residente durante a

Mais informações em

Sobre o artista

GERBER, PATRICIA
São Paulo, SP, Brasil, 1972.
www.inarts.com.br
2009/2005
2009 Fantasmas, 5° Bienal Ventosul, Curitiba, Brasil.2009 Demarcação de Território, Ponto de Encontro, 10ºBienal de Havana, Cuba 2009 Metáfora, Identidad y Arte, Acampamento Brigada Marta Machado, Morro El Cabana, 10° Bienal de Cuba, Havana.2008 MP. O som da bomba, Anarcademia, 28° Bienal de São Paulo, Sp, Brasil. 2008 Vermelho, 3° Corpo Instalação, SP, Brasil. 2008 Ação Exploratória n° 9, Tripé | vídeo, São Paulo,Brasil. 2008 Através do espelho, MARP Museu de Arte de Ribeirão Preto, SP 2007 Dês-estação, Festival Dispositivo de Cinema, Paço das Artes, SP,Brasil 2007 Lacrimosas, 35° Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilloto , Santo André, SPBrasil 2007 Em seu canto, 1° Bienal Del Fin DelMundo, Patagônia Ushuaia, Argentina. 2006 Fábrica, MOLA, Rio de Janeiro, Brasil 2006 Capitalismo e Esquizofrenia, Renaissance, São Paulo Brasil. 2006 Cinco Raparigas, 9° Bienal Internacional de Havana Museo Pabellón Cuba, Havana, CU. 2005 Tecidos, Galeria Marta Traba de Arte Latino-Americana, Memorial da América Latina, SP Brasil. 2005 Mostra Corrosão. Identidade da Moda, Consumo,Arte, Metáfora Subjetividade, Museu de

Comentários

1. Diego
19/01/2010 01:10
Estranhamento, delicadeza, fertilidade híbrida. a uns alguns talvez homens. útero furtacor pleiteando um aborto. números e nomes. veracidade e autenticidade conviveriam juntas em teu corpo?
Pat e seu prisma de questões sobrepostas como realidades paralelas que colidem. faz-nos pensar.. um pau na boceta?
2. Patricia Gerber
08/01/2010 21:27
Oi Rosa.

Universo específico, natureza intrínseca, beleza guardada. Mulheres, bailarinas, pérolas, conflito, broches,
sensibilidade, feminilidade, fertilidade, terra. A mulher existe?
3. Patricia Gerber
08/01/2010 21:26
Oi Luciana.

Universo específico, natureza intrínseca, beleza guardada. Mulheres, bailarinas, pérolas, conflito, broches,
sensibilidade, feminilidade, fertilidade, terra. A mulher existe?
4. Patricia Gerber
08/01/2010 21:17
Oi Luciana.

Obrigada! Sorte para você também.
Um beijo.
5. Patricia Gerber
08/01/2010 21:17
Oi Stéphanie.

Valeu! Obrigada e sorte para você também.
Um beijo.
6. Patricia Gerber
08/01/2010 21:16
Oi Bianca .

Tudo! Pensei exatamente o mesmo quando li seu projeto, existe integração entre nossas propostas e inúmeras possibilidades interessantes de diálogo desse híbrido, dessa troca. Pode ser lindo mesmo. Agora ainda mais claramente, considerando explicitas as conexões com C.Fourier e a natureza intrínseca de cada uma. Desejo também boa sorte para você. Figas!
Um beijo.
7. Luciana Ramin
07/01/2010 21:17
Adorei!

bjons e sorte!
8. Rosane Felix
04/01/2010 20:05
feminino universo. sorte.
9. Stéphanie Campos
04/01/2010 15:37
Interessante a observação e construção de arte a partir da perspectiva das mulheres locais. Torço para que a oficina seja um sucesso!
Axé!
10. Bianca Bernardo
04/01/2010 10:52
oi Patricia,

tudo bem e você?
é verdade que tenho desperto o interesse pela gastrosofia e a comensalidade no que se refere a uma prática ancestral onde as relações que constituem um grupo humano como família se fazem e refazem continuamente; neste momento de comunhão o alimento servido é compartido pelos comensais, e é bem aí, no lugar das trocas e aprendizagem, que o meu projeto pretende chegar. você entendeu perfeitamente: existe um jogo entre sabor e saber.

o teu projeto também é muito interessante e me ocorreu que ele acontece também a partir do encontro proposto e das trocas estabelecidas, no sentido puro de colaboração e arte-vida.

bonito também é pensar que as mulheres que participam do teu projeto em liberdade, participem do meu também.

estou torcendo,
um beijo.
11. Claudia Hersz
03/01/2010 11:58
Pois é, Patricia, o que estava pensando agora de manhã, avaliando a possibilidade de estar em Terra Una "sozinha" ( sou casada e tenho 2 filhos), é que eu também estarei com meu "modus operandis" bem modificado:
Obrigatoriamente terei que me abrir ao novo, fazer diferente...
Nós todos - em maior ou menor grau - pois a condição de viajante nos leva a nos redimensionar.
E as mulheres são o fio desencapado, pois são responsávei pelas pequenas artes, os artifícios - fazer comida, limpar, costurar, administrar a logística, a vida material das comunidades, o que é um manancial cultural infinito.

Parabéns e boa sorte!
12. patricia gerber
03/01/2010 02:38
oi Simone.

Obrigada pelo Post.
Desejo boa sorte para você também.
uma abraço e figas!
13. patricia gerber
03/01/2010 02:34
Oi Claudia.

valeu mesmo pelo seu post.
Interessante a reflexão.
estou propondo pensarmos juntas e expressar belezas guardadas, quem sabe sufocadas(?) as peculiaridades.
Uma cara de surpresa... nada mal.
Pode ser que isso assuste ou funcione como mote para uma visa obliqua sobre nós mesmas; enfim, Lindo seu comentário, você captou tudo.Obrigada! um beijo e boa sorte.
14. Claudia Hersz
01/01/2010 13:24
Muito legal seu projeto, Patricia. Esse levantamento do que é ser mulher nesse lugar é interessantíssimo!

Abraços e feliz 2010!
15. simone
30/12/2009 04:31
oi patricia, vim atraída pelo título. lindo projeto! desejo boa sorte, um abraço_
16. Mayra Martins - colher chuva
27/12/2009 17:54
obrigada pelo comentário sobre meu projeto! adoro o ar de paris de duchamp, mas adorei a forma como vc descreveu este 'acontecimento'...
obrigada
17. denilson
24/12/2009 20:49
eu quero uma mecha tua
bj~
ate a vista
18. Patricia Gerber
24/12/2009 20:12
Oi Mayra.

Li seu projeto.

Poderia confrontá-lo com inúmeras experiências que ocorrem atualmente. Não é o caso. Determinados confrontos tendem a obscurecer a imensa distância que separa universos específicos e obras de artistas contemporâneos.

Particularmente seu projeto me atrai pela poética, pela construção e o uso da escrita criativa com base em percepções meteorológicas, essa idéia de percepção sobre tempo atrai, tem algo inesperado de aspecto oposto, inusitado; tem algo de esperando godot...e caminhadas land. Um diário sinestésico de previsões do tempo, que lindo!

Duchamp passou o natal com a familia em Rouen. Dois dias depois viajou para Lê Havre a fim de embarcar no ss Touraine, que partiu na noite de 27 de dezembro, mas antes de ir embora, foi a uma farmácia na rua Blomet, não muito longe do apartamento de Gaby Picabia. Naquele tempo, soros e medicamentos eram em geral vendidos em ampolas de vidro lacradas que tinham gargalos longos e elegantemente curvos. Duchamp pediu ao farmacêutico que quebrasse o lacre de uma grande ampola (com 12cm de altura) em forma de sino, depois despejou o liquido e voltou a lacrá-la.Esse seria seu presente para Walter e Louise Arensberg. Já que eles tinham tudo, como explicou, estava levando-lhes centímetros
Cúbicos do ar de Paris.

Sobre. 50cc ar de Paris, 1919.
19. Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
24/12/2009 19:46
Patricia Gerber.

sobre sua pergunta:
" Se minha casa pegasse fogo, o que eu salvaria ?"

- Enxergando a casa como moradia de um corpo... salvaria MEU FILHO.

- Visualizando a casa como planeta Terra que vivemos... entraria em meditação e em silêncio para que junto com os meus irmãos (nós moradores desta planeta) possamos seguir para a próxima etapa.

- Visualizando a casa como morada do espírito deixaria queimar.

E em relação a tua proposta de interação com o Ponto de Cultura é muuuito interessante. Possibilitar ver novamente, ver de outra forma e aassim reinventar o próprio espaço (ou a imagem que tem-se dele).

Parabéns !

Jaiva
20. Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
24/12/2009 19:44
Patricia Gerber.

sobre sua pergunta:
" Se minha casa pegasse fogo, o que eu salvaria ?"

- Enxergando a casa como moradia de um corpo... salvaria MEU FILHO.

- Visualizando a casa como planeta Terra que vivemos... entraria em meditação e em silêncio para que junto com os meus irmãos (nós moradores desta planeta) possamos seguir para a próxima etapa.

- Visualizando a casa como morada do espírito deixaria queimar.

E em relação a tua proposta de interação com o Ponto de Cultura é muuuito interessante. Possibilitar ver novamente, ver de outra forma e aassim reinventar o próprio espaço (ou a imagem que tem-se dele).

Parabéns !

Jaiva
21. Patricia Gerber
24/12/2009 18:18
Oi Jaiva Dharma Devi Dasi Josiane Fernandes Fontana.

Sobre seu comentário.

"Se sua casa pegasse fogo, o que você salvaria?"
22. Patricia Gerber
24/12/2009 18:07
Oi Denílson.

Obrigada pelo comentário.
(...) me envie alguns pincéis fetit gris pur.
- rsrs – abraço!
23. Patricia Gerber
24/12/2009 17:49
Oi Ana.

Obrigada pelo comentário.

Gostei muito de ler seu projeto.
O trabalho parece muito bom. Processo sensívelentre papel e corpo,natureza e organismo singular, sobreposições de etapas e papéis. Fertilidade.Nesse sentido lembro da beleza de Amélia Toledo.Sou aficionada pela idéia de camadas, diversas camadas sobre a mesma superfície, diversas texturas para as intensidades, pontos de vista misturados e sobrepostos. Diferentes condutas para a mesma regra, perder e encontrar. É o conjunto de células que compõe o estrato, o todo, a multiplicação.

Saludos y êxito!
24. Patricia Gerber
24/12/2009 16:33
Oi Beatriz.

pronome indefinido variável – tanta.
Obrigada pela resposta.

Para a mulher foi dado o direito de igualdade e não liberdade. Somos cúmplices do sistema de regras e dogmas constituido através de estruturas onde o parâmetro adotado é masculino.
Nota-se até mesmo na simples distinção geralmente usada, ‘o humano’, ‘o ser humano’, ‘o homem’ para referir-se a totalidade da espécie. Assim mesmo enquanto práxis a burlesca afirmação da tirania estratégica aplicada ao termo igualdade.
Com efeito, posso ver que não sou igual a um homem, em muitos aspectos somos profundamente diferentes. Percebo meu corpo feminino e singularidades da natureza intrínseca, das necessidades vitais, da corporalidade....
Por que entrar no jogo das considerações e concessões sobre direitos concebidos a partir de um modelo que reafirma nossa inexistência? Será nossa condição mera conseqüência de fluxos?
Como tudo que é contrário ao sistema reproduz conflito, a mulher perante o sistema é o próprio conflito; A
vivência, o pensamento, a multiplicidade relativa ao ser feminino são fenômenos não previstos nos códigos das estruturas dominantes e direito legal. Manipulação, alienação social , despolitização, exploração sexual, feminicidio, estupro, discriminação, violência doméstica, são alguns exemplos extremos da instrumentação do poder sancionador e dos mecanismos de repressão para exclusão do conflito.
Atualmente não temos direito sequer sobre nossos corpos!!! que mantemos vivos através da produção do capital gerado pela força de nosso trabalho; Nesse contexto, tzzé,tzzé,tzzé! A idéia de emancipação me parece balela.
25. Ana Freitas
23/12/2009 19:21
Oi, Patrícia!

Parabéns pela proposta!
26. anilem beatriz lima
23/12/2009 16:36
Patrícia, também não entendo muito de conceitos, adoraria conhecer mais sobre filosofia e mistérios do mundo, mas sou só uma aprendiz e por isso me abri com os outros participantes.
Não entendi o que quer dizer ‘pr.ind.var.’ de resto adorei as perguntas, justamente caiu como uma luva.
Seu trabalho também discute aspectos interessantíssimos que ficaram meio de lado, principalmente depois da revolução das mulheres, conquistamos parcialmente a liberdade, mas não sabemos o que fazer ela. Interessa-me por tal conexão!
27. Patricia Gerber
23/12/2009 02:39
Oi Anilem?

Estou bem, obrigada? E você ?

Sobre a pergunta “ O que fazer com tanta liberdade?”
a escolha pelo pr.ind.var. tantasupostos conceitos?

O homem está condenado a ser livre?

e fundamentalmente seguir o curso de sua vontade ou natureza e governar a si mesmo com racionalidade? Por não conseguir sozinho conhecer sua totalidade e só através dos olhos de outras pessoas é que pode se ver como parte do mundo? Sem convivência e alteridade não se percebe o inteiro? A liberdade, nesse caso, pode ser a pulsão do desejo - que pela ausência de autonomia geralmente está foragido?
28. denilson
22/12/2009 10:47
oi
belo projeto
eu tenho uma serie de pinceis com cabelo de artista, quem sabes nao envia um 'PA' a mim...

sucesso.
qual teu e-mail
29. anilem beatriz lima
20/12/2009 04:40
O que fazer com tanta liberdade?
30. Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
20/12/2009 01:27
Abençoado tempo !

Escrevo a todos trazendo uma reflexão para inspirar nossas escolhas sobre as propostas mais indicadas para este tempo de trabalho nas montanhas de Liberdade.

Muitas são as oferendas de beleza, arte, encantamento.. e há uma motivação sincera para compartilharmos (além deste espaço virtual) um encontro em Terra Una...

Acredito que a oportunidade de participar de um projeto como este para cada artista inscrito é muito especial... mas digo que além desta beleza há uma ainda maior que é a de muitas crianças, jovens, adultos e os ainda "mais adultos"... em receber em sua cidade (de 6.000 habitantes ! que não tem biblioteca pública, além das existentes nas escolas, que não tem sala de cinema, teatro ou qualquer outro espaço onde se possa manifestar a arte... em todos os seus aspectos... ) um centro cultural...

Para que a comunidade sinta-se motivada a chegar até o Ponto de Cultura o convite para as vivências precisa ser claro e ao meu ver que tenha (o projeto) continuidade após os meses do Interações Florestais.

"A passagem do vento em si só trás mudanças
mas se uma semente cai em solo fértil....
quanta diferença !"

Se possível, gostaría de saber como cada participante visualiza a continuidade de seu projeto no Ponto de Cultura.

Ainda estou lendo os projetos...
muita beleza, muita criatividade,
presença do Divino !

Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
31. Patricia Gerber
17/12/2009 21:33
Oi Robson.

Obrigada por ter lido meu projeto.

Sim, é intrigante o processo que ocorre de dentro para fora, a partir da exteriorização do olhar e autoria das habitantes do local em subjetivações sobre o entorno e o cotidiano pessoal.

Possibilidades de enquadramento, foco, luz, ressonâncias do ambiente, a escolha pelo objeto fotografado, situações circunstâncias. Relaciono a composição desse conjunto de escolhas com mensagens de segredos guardados, ou cartas que não foram enviadas a tempo.

Em relação à sinfonia do Alto Ribeira, fica claro ali o afeto mutuo. Não analiso a ação sob o rótulo de intervenção, vejo claramente o processo coletivo e natural de integração entre homem e natureza. Dês-limite e atemporalidade.

Felicitações.
32. Robson Martins
16/12/2009 12:06
Olá Patrícia,
O Hermeto faz parte de uma série de artistas que acompanho. A performance do Alto da Ribeira, na época foi inusitado ( interferência na floresta ) e, ainda é.
Obrigado pela lembrança, e, acabei de rever.

Distribuir máquinas fotográficas para as pessoas serem autores é uma boa estratégia de criação.

Um abraço,
Robson Martins
33. Mariana Moysés Binder
15/12/2009 22:12
Minha resposta foi fatal,não é.
Vim agradecer pela artista que você me indicou. Adorei os trabalhos, são lindos.
Obrigada.

Abraço

34. Patricia Gerber
15/12/2009 21:50
Existe algo em comum entre nós. Algo que se concretiza em nosso sexo e na natureza intrínseca de ser mulher.

Quase sempre somos revolucionárias, talvez por estarmos adiantadas para nossa época e como consequência foragidas de nossa identidade; Talvez para guardar do perigo da descoberta total nossa beleza, isto é, nossa veracidade.

Essa veracidade que nem sempre é verossímil e que se descoberta podem querer nos obrigar a torná-la outra coisa...Isso nos exporia, por tanto em perigo.

Move-me pensar vidas e características
especificas. Ativar situações para o compartilhamento de segredos sob a forma de imagens solitárias produzidas por elas, estimular o olhar poético sobre o feminino, individual e único, assim como um auto-retrato.

Sem arrancar diante de uma duração possessiva que poderia retrair-las e mais como troca para ativação do corpo como lugar de compartilhamento. Supondo que o entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir e entrar em contato.
35. Flavia de Paiva - mecha em tramas
14/12/2009 21:34
hummmmmm entendi..
algo de feminino...
que acontece a partir da relação...
puxa..
uma artista que ficou residente aqui no brasil estava discutindo algumas questoes do feminino no sendido social
se tiver interesse entre no blog
www.eubrasileira.wordpress.com
irene salas
36. Mariana Moysés Binder
14/12/2009 17:46
Olá,Patrícia.
Respondendo a sua pergunta: a relação dos títulos não é proposital.

Abraço
37. Flavia de Paiva Coelho
12/12/2009 20:28
logo de cara vi te temos algo muito em comum...
rsrsrs
vamos analisar!
rsrsrsrs
38. Flavia de Paiva - mecha em tramas
12/12/2009 20:28
logo de cara vi que temos algo muito em comum...
rsrsrs
vamos analisar!
rsrsrsrs