Cabanas
De: bruno vieira
O Projeto
O projeto Cabanas - cidade possível: visa a construção dentro e as margens de rio e cachoeira de uma pequena cidade em miniatura (impossível de ser habitada por pessoas), constituída por cabanas em flutuação no estilo "bangalôs suspensos", integradas a natureza, um receptivo rústico e aconchegante, construído com cobertura de sapé similares aquelas de colônia de pescadores, ribeirinhos com galhos, folhas de bananeiras, com materiais encontrados na região, valendo-se nessa intervenção dos instrumentos oferecidos pela natureza e seu entorno. Cabanas equipadas com uma cama de casal, banheiro, TV de 2``, frigobar, ar-condicionado, mesa, varanda privativa com cadeiras e garagem privativa coberta. As cabanas acomodam apenas duas pessoas em uma cama de casal para o descanso tranquilo em meio à natureza. Todos os objetos e móveis são construídos com materiais encontrados no local da residência. Todo processo de feitura dessa intervenção e construção será fotografada
Interação com o Ponto de Cultura
Duas apresentações de vídeo, slides, debates, etc., sobre projetos de artísticos de intervenção urbana. Cada encontro terá duração de 3 horas cada. Essa atividade vai ser realizada paralela ao projeto artístico Cabanas com a população local da cidade de Liberdade
Encontro um: apresentação de imagens e vídeos sobre intervenções de artistas, seguido de debate
Encontro dois: apresentação de imagens de intervenções realizadas pelo autor, seguido de debate
Sobre o artista
Bruno Vieira
É licenciado em Ciências Sociais, UFPE 1999, onde também concluiu o curso de Educação Artística em 2008. Seus trabalhos são realizados em diversas mídias, incluindo pintura, vídeo, fotografia, instalações e ações urbanas. Recebeu premiações em 2009, Prêmio Secult de Artes Visuais, Museu Casa das Onze Janelas, Belém, PA, em 2006, ganha destaque especial na Revista Digital do site da Bolsa Iberê Camargo, 3º Lugar Arte Pará, Fundação Rômulo Maiorana, Belém, PA; Menção Honrosa 5º Salão de Artes Visuais. MAC de Jataí, GO, em 2005, recebeu o Prêmio Projéteis Funarte de Arte Contemporânea, FUNARTE, RJ; em 2004 o prêmio de 2º Lugar na Mostra Competitiva do Cinema Digital. FUNDAJ, Recife, PE; e foi selecionado como um dos três finalistas para a Bolsa de artes visuais a Kunstlerhaus Buchsenhausen em Innsbruck, Áustria, Bursary, Unesco-Aschberg; em 2003, Bolsa Pampulha 27o Salão Nacional de Belo Horizonte. MAP, MG.
Comentários
Arrebentou...
Sem palavras...
Isso "é arte"...
quero ver como fica ...
A "antitese" dos três porquinhos.
Habitualmente curto muito o seu trabalho, mas pra mim acabou não ficando claro se é a construção de miniaturas ( pois vc fala em "impossível de ser habitada por pessoas"), ou se é habitável - pois em seguida vc se refere a "As cabanas acomodam apenas duas pessoas "....
me dá uma esclarecida?
beijo
Claudia
não nos conhecemos, mas sou admirador do teu trabalho. Acho sempre as tuas obras um encanto na dose certa da poesia, da sensibilidade e da reflexão. E muito legal essa construção da cidade. É uma proposta para muita reflexão!
Valeu!
fiquei curiosa.
Meu projeto teve as frases finais engolidas.
Estou repassando par alguns colegas:
Aqui vai:
Na bagagem quase zero: papel e tecido em branco, cola branca, livros de cabeceira não brancos, carvão negro, pastéis de desenho.
A vivência na arte me ensina: ela é um meio efetivo de transformação. Unir sabiamente arte e ecologia. Isto é um sim, pretendo aprender e compartilhar.
abraço Vica
Sucesso em Terra Una.
muito interessante essas construções.
curto em especial a possibilidade de adentrá-las, sendo "impossivel de ser habitada por pessoas"
muitas questões em sua poética.
desejo sorte.
abraço,
ricardo
hominidae
Muito boa sua proposta no sentido da construção quase orgânica de uma casa provisoriamente habitável. Gosto de obras em que as pessoas possam entrar, me faz lembrar Oiticica e os seu penetráveis.
Aliás, tem outros projetos que dialogam com o seu.
E essas fotos estão muito boas hein!
Parabéns e boa sorte
Gilio Mialichi
Escrevo a todos trazendo uma reflexão para inspirar nossas escolhas sobre as propostas mais indicadas para este tempo de trabalho nas montanhas de Liberdade.
Muitas são as oferendas de beleza, arte, encantamento.. e há uma motivação sincera para compartilharmos (além deste espaço virtual) um encontro em Terra Una...
Acredito que a oportunidade de participar de um projeto como este para cada artista inscrito é muito especial... mas digo que além desta beleza há uma ainda maior que é a de muitas crianças, jovens, adultos e os ainda "mais adultos"... em receber em sua cidade (de 6.000 habitantes ! que não tem biblioteca pública, além das existentes nas escolas, que não tem sala de cinema, teatro ou qualquer outro espaço onde se possa manifestar a arte... em todos os seus aspectos... ) um centro cultural...
Para que a comunidade sinta-se motivada a chegar até o Ponto de Cultura o convite para as vivências precisa ser claro e ao meu ver que tenha (o projeto) continuidade após os meses do Interações Florestais.
"A passagem do vento em si só trás mudanças
mas se uma semente cai em solo fértil....
quanta diferença !"
Se possível, gostaría de saber como cada participante visualiza a continuidade de seu projeto no Ponto de Cultura.
Ainda estou lendo os projetos...
muita beleza, muita criatividade,
presença do Divino !
Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
Por um momento a monga aqui confundiu as bolas( dos dois Brunos. Tenho que arranjar um meio de não fazer mais isso).
Foi tu mesmo que filmou.
Parabéns pelo lindo projeto. Torço por vc.
Bj Vica
Abraço e boa sorte pra nós.
Vica
Acho muito boa a idéias das cabanas!
Vc pretende colocor cama de casal, banheiro,TV de 2``, frigobar, ar-condicionado, mesa, varanda privativa com cadeiras e garagem privativa coberta? Tudo isso? rs. Será um espaço de grande contraste!
Grande abraço!!
adorei o projeto!
boa sorte pra gente!
abraços!!!
abs!
Estamos no mesmo barco!?
Muito legal poder ler sobre teu trabalho, sua poética e sua proposta!
Tô torcendo pra gente se encontrar lá!
Um abração e sucesso!
cidades grandes e nós gigantes
grande abraço.


