A arte como instrumento divino para um novo nascimento

De: Jaiva Dharma Devi Dasi (Josiane Fernandes Fontana)

Ação, MG

O Projeto

Utilizando-se da meditação budista através do canto e da dança propõe-se nesta vivência a possibilidade de um novo olhar sobre si e sobre o outro. Reflexão sobre os vinte e um aspectos (energias) da beleza e força do divino feminino representado nesta vivência pelas qualidades (valores) da Grande Mãe.


Interação com o Ponto de Cultura

Propõe-se dois encontros semanais (ou a combinar) no Ponto de Cultura e Sustentabilidade para o público feminino abrangendo crianças, jovens e adultos de todas as faixas etárias.

Através de vinte e uma qualidades conduzir a uma reflexão sobre os valores em nossa vida diária e a possibilidade de mudarmos a visão de nós mesmo e do espaço que ocupamos (paisagem)dando-nos nascimento positivo.

Mais informações em

Sobre o artista

Josiane Fontana, com iniciação espiritual com o nome de Jaiva Dharma Devi Dasi. 37 anos, mãe, facilitadora de processos educativos para crianças e jovens. Dançarina das danças da paz universal, estudante do budismo tibetano, ayahuasca, yoga, Bhagavad Gita e praticante da Mandala das Vinte e Uma Qualidades de Tara Verde.

Vivências como guia de turismo, educadora ambiental e formação em estudos de qualidade para instituições abrangendo processos administrativos e também resgate dos valores (fio condutor)institucional.

Comentários

1. Anna
16/03/2010 11:03
Oi Josi, O João me falou que te achou por aqui. Que projetos bacanas vocês tem, é uamescolha de vida, né?
E teu bebê?? Que idade tem?
Lembra dos meus?? Acho que só conhecestes a Maria Clara. Bem ela já vai fazer 10 anos!!! E é mais ou menos esse tempo que não sabemos uma da outra. Depois veio o João Miguel que tem 8. São crianças lindas e amorosas.
Fiquei feliz em saber de ti e te ver assim tão bem.
Bj
Anna
2. JOÃO BRITES JR
15/03/2010 12:31
Fiquei muito feliz em te encontrar nesse site.
Parabéns pelo teu trabalho. E o nenê ? Muito lindo.
Bom, fiz contato, manda notícias de vocês.
Beijo, no pequeno e abraço ao teu companheiro.

Brites
3. Fabrícia Almeida Batista
05/01/2010 22:06
Boa sorte Jaiva!

Abraços!
4. Daniel Quintela - Coletivo Terra Una
05/01/2010 15:44
Olá Jaiva,

fundamental o seu questionamento, qual semente nós pretendemos plantar no Terra Una?

Bem, é uma pergunta dificil de ser respondida, mas acredito apenas o fato de estarmos prsentes no mundo temos a oportunidade de plantar sementes a todo instante.

Cada um dá o que tem, uns mais outros menos.

Sejamos semente, sejamos fruto, sejamos seiva, sejamos vida.
Com carinho.

Daniel
5. melina resende
05/01/2010 15:38
oi Jaiva! não tive muito tempo pra lhe responder, mas gostei muito do seu projeto
espero ve-la em novas idealizações futuras...
feliz 2010!
beijos e plenitude pra ti e tua familia!
6. Rosane Felix
05/01/2010 05:38
odara... sorte.
7. Gustavo Peres
04/01/2010 20:18
Oi Jaiva.
Tua pergunta é instigante.

Eu acho que a permanência de qualquer estímulo, qualquer idéia ou projeto é algo que só pode existir dentro de cada indivíduo.

Tenho certeza que todos os paticipantes que forem selecionados para trabalhar em Terra Una estarão com a a mente e o coração bem abertos para receber e dar o melhor de suas essências.

Não há risco de imunidade.

Todos levaremos conosco (ao final da convivência e para sempre) a permanência de alguma idéia que nos tocou intimamente. Isso vale para o grupo de artistas bem como para o pessoal do Centro de Sustentabilidade.

Seja uma técnica, uma história ou uma oração nada será esquecido.

Haverá sempre alguém para eternizar o que foi aprendido e ensinado com amor.
8. Mariana Soares Leme
04/01/2010 01:50
Ola Jaiva e Josiane

feliz 2010!

Sobre a pergunta que vc deixou para todos:

Penso que para toda ação que realizamos há uma reverberação. Não tenho a intenção de ir a Terra Una para interferir e sim interagir, fica claro pra mim que a intenção dessa residência a partir de seus idealizadores é a de uma troca com o local, no sentido de prosperidade, acredito que o que ficará de mais importante para Terra Una e a Ecovila é a convivência diária, quase como que fazer arte como pretexto para estar naquele lugar com aquelas pessoas.

Abraços à dupla!
9. virginia maria neves baptista
02/01/2010 15:13
Oi Jaiva.
Como levar adiante? O que trazer de volta?

Estarei aberta para ser semeada pelo entorno que certamente me dirá o que trazer de volta.
Como disse nas frases finais do meu projeto (que foram suprimidas no momento da publicação):
"Na bagagem quase zero: papel e tecido em branco, cola branca, livros de cabeceira não brancos, carvão negro, pastéis de desenho.

A vivência na arte me ensina: ela é um meio efetivo de transformação. Unir sabiamente arte e ecologia. Isto é um sim, pretendo aprender e compartilhar."

Aprender, sim. Compartilhar, sempre: No dia a dia do meu trabalho, com meus alunos, com minhas produções expostas.
Confronto urbano/rural: convivência saudável?
E assim por diante.
Também sou praticante de meditação. Conheço pouco do budismo, mas tenho uma admiração especial por quem se leva inteira nas coisas. Corpo, mente, espírito, entorno.
Parabéns pelo projeto e por questionar coisas tão importantes.
Abraço e boa sorte.
Virginia

10. Bruno Farias de Mello Freire
29/12/2009 13:49
Oi Jaiva,

de fato, o que vc propõe para a gente pensar sobre o ponto de cultura é muito legal, mas não dá pra fazer em apenas um mês.

pra fazer algo que perdure no tempo, e que seja útil, no sentido de utilidade mesmo, deveriamos ficar muito mais tempo lá em terra do una.

se eles não tem biblioteca, não é levando nossos livros de casa que a vida vai melhorar.

principalmente, pq as pessoas que ali frenquentam podem nem se interessar pelos livros que tenho aqui em casa.

fico na dúvida se é função do artista em deixar algo que perdure a vida toda lá.
a nossa passagem por terra do una, e a passagem de muitas pessoas ao longo de 3 meses, todos os anos, já é uma mudança susbtancial para a comunidade.

é um pouco ilusão, pensar que eu sozinho, posso suprir a carência daquela região ou de qualquer outra região.

acho que a ideia do meu projeto é ser efemero mesmo. e essa é a sua potência. pq a nossa vida é efemera aqui na terra, inclusive na terra do una.
não sei se a mesma dúvida que vc colocou nos projetos por onde passa, podem ser colocados para todos em igual medida.


obrigado
bruno.

11. ricardo alvarenga
28/12/2009 13:29
oi Jaiva!

parabéns pela ação de visitar os projetos contextualizando e chamando atenção para a população de liberdade.

fiquei pensando nos muitos 'grandes artistas' como drummond por exemplo, que nasceram e moraram por muitos anos em pequenas cidades como esta, sem nenhuma estrutura de valorização a cultura de bibliotecas, teatros ou centros culturais, e que fizeram de suas vivências primeiras seu mote de criação.

certamente o potencial humano está ai e em qualquer lugar habitado. e acredito que os artistas que irão trabalhar com estas comunidades, devam estar cientes de suas responsabilidades para o desenvolvimento humano.
assim evoluimos juntos.

trabalhar com pessoas é sempre lhe dar com o sensível e com subjetividades.
na pratica, não sei como pensar em continuidade do meu projeto, uma vez que proponho um vídeo sobre o simbolico capturado pela câmera sobre relações de subjetividades entre o povo e sua terra, vegetação, fauna, clima...

mas ao mesmo tempo acredito que o olhar comunitário para estes aspectos, sob um foco artistico, já seja uma forma de valorização deste povo e de sua cultura, que verá sua terra já com outros olhos, despertando poéticas. e que a ação em si já seja promissora em reverberações futuras.

espero contribuir da melhor forma.

grande abraço.
hominidae
12. marcio marques de carvalho
28/12/2009 11:21
Muito bonita a sua proposta, pena que ela não reconheça o valor dos aspectos masculinos da totalidade divina.
13. Adrina Rocha ( Drica Rocha)
27/12/2009 20:33
olá jaiva!
Seu projeto parece ser uma vivência muito bonita e delicada! Parabéns!

abraço,
Drica.
14. Daniel Seda
27/12/2009 19:50
Oi Jaiva,
Eu realmente não sei qual será a consequência do projeto junto ao ponto de cultura e às comunidades próximas de Terra Una. Não conheço o lugar, e só posso partir da minha obra, da minha proposta e ver o acontece, que forças se conectam, que rede de energia e colaboração se estabelece que envolva a obra e a mim.

O seu projeto é bem místico, né. Buscaria em Joseph Beuys e Yoko Ono se precisasse da referência de algum precursor que conectasse seu projeto ao universo da arte contemporânea.
De qualquer modo dá pra sentir a seriedade com que você trata o seu trabalho.

Um abraço e boa sorte!
Daniel Seda
:)))
15. Filipe Berndt Julio
26/12/2009 20:17
respondi seu comentário dentro da página do meu projeto: http://www.terrauna.org.br/if2010/projetos/ver/24-intera-o-florestal-pacifica

Obrigado pela visita e interessa.

Abraço!
16. Shima
26/12/2009 19:15
Oi Jaiva Dharma
te passo o link do site do Jan, ali tem tudo o que você quer saber sobre o trabalho dele:
http://swidzinski.art.pl/indexang.html

Pelo Tradutor do Google dá pra entender em português também:
http://translate.google.com/translate?js=y&prev=_t&hl=en&ie=UTF-8&layout=1&eotf=1&u=http://swidzinski.art.pl/indexang.html&sl=en&tl=pt

recomendo a leitura do 12 pontos para uma arte contextual.

Namastê!
17. Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
24/12/2009 19:47
Patricia Gerber.

sobre sua pergunta:
" Se minha casa pegasse fogo, o que eu salvaria ?"

- Enxergando a casa como moradia de um corpo... salvaria MEU FILHO.

- Visualizando a casa como planeta Terra que vivemos... entraria em meditação e em silêncio para que junto com os meus irmãos (nós moradores desta planeta) possamos seguir para a próxima etapa.

- Visualizando a casa como morada do espírito deixaria queimar.

E em relação a tua proposta de interação com o Ponto de Cultura é muuuito interessante. Possibilitar ver novamente, ver de outra forma e aassim reinventar o próprio espaço (ou a imagem que tem-se dele).

Parabéns !

Jaiva
18. Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
24/12/2009 19:34
Patricia Gerber.

sobre sua pergunta:
" Se minha casa pegasse fogo, o que eu salvaria ?"

- Enxergando a casa como moradia de um corpo... salvaria MEU FILHO.

- Visualizando a casa como planeta Terra que vivemos... entraria em meditação e em silêncio para que junto com os meus irmãos (nós moradores desta planeta) possamos seguir para a próxima etapa.

- Visualizando a casa como morada do espírito deixaria queimar.
19. Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
24/12/2009 19:22

Então...

participei de vivências no Integria muito interessantes vinculadas a sustentabilidade... a cura planetária. Tenho vínculos com vários amigos e amigas destas vivências.

Compreendo o que falas.

Sua apresentação ficou muita bonita.
Cheia de significados - uma arte.

Visualizo o projeto de permacultura no Ponto de Cultura. Não sei exatamente como está sendo preparada a estrutura, a maneira de convidar a comunidade ou não... a forma que o Ponto de Cultura e Sustentabilidade vai chegar...na cidade.

mas o seu projeto alinhado e orientado pelo Sagrado na realização será uma benção para a comunidade. Pois eles conseguirão perceber que abençoado lugar eles vivem e que nós é que com o contato com a natureza queremos nos curar.

Visualizo as ervas crescendo e a comunidade tomando suco verde, por exemplo, ao querer entrar e chegar-se no Ponto de Cultura em Liberdade.

Bem... sigo " viajando" (estudando) os projetos e visualizando cada um como presente a esta comunidade e há tantas outras que poderão se beneficiar...

dedicindo entre tantas oferendas de lindos trabalhos aquele que momento é para acontecer.

bons seguimentos !
força e amor !

Jaiva, Andaluz e Hare
(uma parte da família)
20. Patricia Gerber
24/12/2009 18:17
Oi Jaiva Dharma Devi Dasi Josiane Fernandes Fontana.

Sobre seu comentário.

"Se sua casa pegasse fogo, o que você salvaria?"
21. Guilherme Nogara
23/12/2009 13:56
Continuidade existe mesmo na interrupção...

Assim como a música existe na relação do silêncio e som.

A proposta da vivência no ponto de cultura tem seu foco o exercicío da auto observação, auto progresso e seu efeito no meio. Uma vez feito isso o caminho já é conhecido, retornar é sempre possível. Tenho certeza que em algum nivel isto é natural a todos que participarão. Sei que será um compartilhar de experiências que reconhece as diferenças, as idades, os gêneros como algo que enriquece o processo de descoberta e construção da realidade.
Acolher, agradecer e conviver gera uma linguagem de comunicação que pode ser utilizada por qualquer um que queira dar continuidade ao seu processo de auto descoberta e influencia sobre o meio em harmonia.

Claro que se for necessário minha presença por maior tempo para amadurecer este movimento, é possível.

Também o entendimento que a presença é algo momentaneo é necessário. Compreender que o suporte da existência está em si mesmo, na sua conexão com a consciência superior e sua relação com o meio.
A própria vida tem sua dinâmica de continuidade e interrupções.

Talvez a não continuidade seja o ideal para que haja a continuidade.

gratidão
22. Rodrigo D´almeida
23/12/2009 13:18
Oi Josiane,obrigado pelas poesias e pelo estímulo
à reflexão sobre o que vamos gerar em Terra Una.

Na minha visão a interação com a comunidade de Liberdade através do Ponto de Cultura tem como objetivo semear. As sementes da cooperação, da sustentabilidade, da igualdade e da Cultura da Paz
se tratadas com amor e observação pelos facilitadores cairão em graça pelo solo fértil.

Trabalho com as oficinas cooperativas( uma das minhas propostas para o ponto de cultura) em escolas públicas, em comunidades carentes, e centros de saúde mental por 7 anos.

Através de brincadeiras lúdicas e jogos cooperativos
venho obtendo resultados bem satisfatórios sobre a importância de enxergar a Terra como amor materno,
sustentável, como ser único e vivente.

Meu objetivo é poder gerar idéias sobre cooperação, e cultura da Paz que possam ser observadas no cotidiano da comunidade , neste caso em Liberdade,
e trabalhadas continuamente por seus moradores.
Como já disse, a brincadeira lúdica é permanente
pois quando se aprende sobre alguma coisa brincando
esse ensinamento enraiza-se.

Mais uma vez penso que o facilitador deve ter em mente simplicidade em suas explicações, carinho e
calor em seus atos para que a comunidade assimile
o conteúdo da proposta.

Um abraço.
23. Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
23/12/2009 01:03
Seguindo a conversa...


Shima, agradeço ter aceito meu convite para a reflexão sobre a continudade dos projetos na cidade de Liberdade. Pois sei que tempo é sagrado e por isto devemos bem recebê-lo da melhor forma.

Explico melhor como desenvolvo a prática da Mandala das Vinte e Uma Qualidades de Tara Verde.

É uma prática espiritual budista que nestes tempos foi acolhida por uma praticante com tanto amor que a mesma recebeu inspiração divina (em sonhos e percepções)e autorização de seu mestre budista para que pudesse manifestá-la neste tempo aqui na Terra.

Na prática visualizamos Tara (força feminina para o budismo, como Nossa Senhora para os daimistas e católicos, como Iemanjá para os umbastistas, como Kuanín, como a Força da Natureza - Mãe Terra - e outras tantas energias que sentimos a força do feminino) sentada numa flor de lótus... mas esta praticante (bailarina) percebia que Tara dançava.ss

E assim se iniciou um trabalho de estudos, práticas e expansão até chegar ao Brasil... onde a conheci.

É uma prática de aluno-professor dentro de uma linhagem específica.

Mas a beleza do trabalho e a rapidez de se alcançar o entendimento é muito rápida... por isto esta ligação do oriente com o ocidente possibilita que possamos fazer a prática tradiconal, honrando-a mas em uma linguagem que todas as pessoas possam participar.

Os homens são bem vindos na prática.
Como protetores da mandala que as mulheres formam dando nascimento a cada uma com as vinte e uma qualidades da Grande Mãe.

Chegará o tempo que homens e mulheres poderão, acredito, nascer desta Mandala, pois o entendimento de que somos alma estará sendo vivenciado aqui na Terra com tal beleza que seremos enfim livres...

Porque o que nos aprissiona são todos os sentidos ligados a matéria. E não somos a matéria.
Nos aprissionamos em conceitos, idéias, imagens,comportamentos e aí nos mantemos presos. Mesmo que a liberdade sorria ao seu lado ou até mesmo já viva-se nela não enxergamos.

Então na residência podemos aprofundar um pouco a prática e rever sim a participação dos homens... porque antes de serem protetores precisam estarem preparados para tal.

E as oficinas somente para mulheres(crianças, jovens e adultas)possibilita a participação, o encontro, a acolhida,a troca de experiências diferentes do que na presença de homens. E sendo um trabalho de novo nascimento em nova paisagem - aprofundamento do seu ser e mudança de posturas - é fundamental o "sentir-se a vontade".

Em grupos de estudo com mais experiência na prática pode-se realizá-la com homens e mulheres juntos pois há os músicos e os protetores que necessitam estar em uma mesma energia para que a prática possa ser realizada afinal "entramos na Terra Pura de Tara"... ou seja visitamos lugares sagrados e buscamos a cura e o poder de poder curar...

Enfim...
que todos os seres sejam livres !

Agradeço novamente o tempo que dedicaste a retornar meu questionamento.

Jaiva Dharma
(Josiane)
24. Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
22/12/2009 23:56
Retorno para ...

Luciana Ramin, bons dias !

Seu trabalho também é muito interessante.
Há muito beleza para ser descoberta !
E quem vê a LUZ vê o TODO.

Que todos os seres sejam livres !

Jaiva Dharma(Josiane)
25. Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
22/12/2009 23:53
Retorno para Jefferson Justino de Queiroz:

Bom dia ! Bom dia !

Seu trabalho, Jefferson Justino de Queiroz é muito interessante.

O contador de histórias... EM QUADRINHOS... que delícia ! Será uma belíssima oportunidade para estimular entre os moradores de Liberdade esta arte tão especial que encanta tanto as crianças quanto o público adulto... eu gosto muito !

Você já tem o meu voto para realizar o seu trabalho... que outros possam chegar !

Boa sorte e muita inspiração divina !
É fácil tocar o coração... mas precisamos ficar atentos sobre o que é preciso transmititr... tempo de quê? Para quê ?

Que sua inspiração sempre traga beleza, luz e discernimento para todos os seres !

Que assim seja = Amém
26. Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
22/12/2009 23:51
Retorno para...

Melina, que bençãos são geradas por este trabalho...

a descrição dele está muito boa e é possível visualizar o grupo em transformação...

Sua presença em Liberdade será muito benéfica para as pessoas que participarem das vivências... mas é claro, como sabes, a linguagem deverá ter a beleza de chegar ao coração de todos com simplicidade.

Boas práticas !

Jaiva Dharma
(Josiane)
27. denilson
22/12/2009 18:16
raro
P res ente
qnd crina
entao.. cinze
sucesso
amanha sempre
cizo de nau
uma fonte qnd pura
crisàlida...
fabulo
onde 'ta a massa"
correm meninos





28. Flavia paiva - mecha em tramas
22/12/2009 00:06
Vejo a figura da mulher muito forte no seu projeto!
Mulher! Mulheres, eu mulher
eu brasileira!

Muita luz para você neste projeto!
29. Flavia paiva - mecha em tramas
22/12/2009 00:02
Tudo tem que Começar, é como uma amizade que tem dada para partir, as vezes acho que a continuidade pode acontecer sem a minha presença... a continuidade se dá no momento que os participantes sentirem vontade de seguir o percurso iniciado.
a semente estará ali, e precisará sim de agua e cuidado, mas só eles é que saberam o que requerem cultivar em suas terras.

As vezes temos que nos dispedir, esse momento é duro e cruel, mas sempre algo permanece!

Mas temos que começar!

30. Ana Freitas (Morfologia da Natureza #150)
21/12/2009 18:44
Oi, Josiane!

Aqui está minha resposta à pergunta que você fez para cada participante:

É interessante observar que as formas da natureza compartilham um mesmo propósito: economia de energia - realizar o máximo com o mínimo. Por isso elas se repetem buscando os mesmos padrões onde há funções semelhantes. Este é o centro da minha pesquisa; uma curiosidade que me move na direção da descoberta destas funções em relação a cada padrão identificado. Terei como resultado material uma pesquisa visual semelhante às duas primeiras imagens que coloquei no projeto "Morfologia da Natureza".

Como resultado conceitual – respondendo aqui à sua pergunta - terei a reflexão gerada pela palestra sobre Morfologia, onde poderei expor uma síntese dos estudos gerados pela minha pergunta inicial - porque as formas da natureza têm padrões definidos que se repetem em todo ecossistema - fractais, ramificações, padrões circulares, ângulos de 120º, proporção áurea? Através do estudo das formas naturais acho que poderemos aprender muito inclusive para rever nossa atitude diária em relação aos recursos do planeta: como fazer o máximo com o mínimo? Ao estudar a natureza aprendemos a amar sua riqueza e beleza, que está presente em nós, como parte deste todo complexo e maravilhoso.

31. Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
21/12/2009 14:04
Abençoado tempo !

Escrevo a todos trazendo uma reflexão para inspirar nossas escolhas sobre as propostas mais indicadas para este tempo de trabalho nas montanhas de Liberdade.

Muitas são as oferendas de beleza, arte, encantamento.. e há uma motivação sincera para compartilharmos (além deste espaço virtual) um encontro em Terra Una...

Acredito que a oportunidade de participar de um projeto como este para cada artista inscrito é muito especial... mas digo que além desta beleza há uma ainda maior que é a de muitas crianças, jovens, adultos e os ainda "mais adultos"... em receber em sua cidade (de 6.000 habitantes ! que não tem biblioteca pública, além das existentes nas escolas, que não tem sala de cinema, teatro ou qualquer outro espaço onde se possa manifestar a arte... em todos os seus aspectos... ) um centro cultural...

Para que a comunidade sinta-se motivada a chegar até o Ponto de Cultura o convite para as vivências precisa ser claro e ao meu ver que tenha (o projeto) continuidade após os meses do Interações Florestais.

"A passagem do vento em si só trás mudanças
mas se uma semente cai em solo fértil....
quanta diferença !"

Se possível, gostaría de saber como cada participante visualiza a continuidade de seu projeto no Ponto de Cultura.

Ainda estou lendo os projetos...
muita beleza, muita criatividade,
presença do Divino !

Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
32. Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
20/12/2009 23:24
Em resposta a sua pergunta, Anilem Beatriz Lima, sobre onde está a libertação espiritual ?

Quando se alcança a iluminação, quando se vive no mundo espiritual realizando neste plano pois esta é a tarefa desta etapa.

Quando se aprofunda em uma destas práticas espirituais e a partir destas ou de outros meios de encontro consigo e com o sagrado que a libertação espiritual poderá ser benéfica.

Há muitas linguagens para a comunicação, para a mesma comunicação... então é desta habilidade que questiono se nós, inscritos neste projeto, teremos ao interagir com os moradores que vivem e que muitos nasceram "já em liberdade" e aqui continuam com seus quase 120 anos.

A oferenda que trazes,como projeto, é muito interessante.

Que todos os seres sejam livres !

Livres do corpo que aprissiona em condicionamentos.
Livres da mente que é tocada pela brisa mais leve e fica fora de controle apoiada nas paisagens (ambientes) que nós mesmos criamos para viver.

Livres do próprio amor.

Livres...
como energia que simplesmente somos.
33. anilem beatriz lima
20/12/2009 14:27
Onde esta a libertação espiritual?
34. Leandro Rego
20/12/2009 11:54
Justamente. Acho necessario sua indaghação.
Moro em Fortaleza, mas com minha oficina e trabalho vou poder passar minha idéia, que os moradores poderão apreender e continuar produzindo dentro da perspectiva deles.
Poderia ser feito um projeto para um ponto cultural alternativo ou podendo rolar alghum apoio. É interessante a distancia dos integrhrantes por soma de informação pela diferença de lughar e pessoal, mas seria necessario uma administração fixa na cidade.

O vento é meu companheiro faz alghum tempo em minhas idéias. Tenho um blog chamado Manias de Ventania que falam de aspectos interiores metaforizando com a natureza do vento.

Grande abraço, seu projeto é muitíssimo interessante. Gosto muito.

Leandro Rego
Grande Abraço,
35. Shima
20/12/2009 04:54
Oi Josiane, eu não sei muito bem como dar continuidade ao trabalho que desenvolverei nos 30 dias de residência, mas acredito que em 30 dias de convivência algo será ativado e continuado, independente da minha presença física. Não tenho a pretensão de formar mestres ou professores, e não acho que em um mês possa habilitar alguém para isso, ainda eu, há 5 anos na estrada fixa, há 10 anos na estrada da intuição e há 30 na estrada da vida.

Não quero influenciar a arte com minhas crenças religiosas ou espirituais, pois também acho que apesar da comunidade não possuir teatros, cinemas ou bibliotecas além das escolas, devam existir cristãos, evangélicos, budistas, ateus, taoístas...

Temos que fazer escolhas e assumi-las, como você faz, e tenho certeza de que a faz sabiamente escolhendo o público feminino de todas as idades. Acredito também que deva levar em consideração todo o público masculino que será impedido de compartilhar de sua sabedoria. É opção semelhante que faço ao oferecer uma oficina para maiores de 18 anos. Algumas coisas que passarei na vivência do meu trabalho não é indicado para menores de idade, mas a apreciação do trabalho é aberta para todos.

Como já escrevi na página de outro colega, minha busca neste momento já não é da beleza estética, mas de uma ética, da minha ética.

No mínimo contato plantamos nossas sementes, em idéias, pensamentos, reflexões. Obrigado pelas sementes deixadas na minha página.

Um abraço e saudações cordiais.
36. Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
20/12/2009 00:27
"Os ventos mudam sempre
por imperativo do sempre

Quem te conheceu hoje
terá de conhecer-te novamente amanhã
quem te conheceu hoje
conheceu
o que
tu já não mais és

És a impermanência
permanecendo impermanente

Quando te procurarem
mesmo diante de ti
encontrarão o não procurado
porque
longe estarás dali

Tu te consomes
em
energia
e
vida todos
os dias
interpretando uma personagem
que
já não és
só porque
o foste um dia... "

Kasturbay Dheli
37. Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
20/12/2009 00:27
"Os ventos mudam sempre
por imperativo do sempre

Quem te conheceu hoje
terá de conhecer-te novamente amanhã
quem te conheceu hoje
conheceu
o que
tu já não mais és

És a impermanência
permanecendo impermanente

Quando te procurarem
mesmo diante de ti
encontrarão o não procurado
porque
longe estarás dali

Tu te consomes
em
energia
e
vida todos
os dias
interpretando uma personagem
que
já não és
só porque
o foste um dia... "

Kasturbay Dheli
38. Jefferson Justino de Queiroz
14/12/2009 16:43
Achei muito interessante seu projeto. Meus parabéns.

=)

Boa sorte
39. Luciana Ramin
13/12/2009 15:04
Salve Jaiva.

Que proposta generosa.

Parabéns.

Muito sorte p/ ti.

abs
40. melina resende - Olhos-da-mente
09/12/2009 22:34
oi Jaiva
nossos caminhos parecem ter uma conexão, na teoria parece difícil explicar mas na pratica transcende
plenitude pra ti!
Abraço
mel