hominidae
De: Ricardo Alvarenga
O Projeto
Um hibrido de performance e instalação, se desdobrando em vídeo e fotos, a partir da ação, em que o performer enrola o tronco de algumas árvores, com dezenas de metros de fios brancos, de malha (espessura 5 mm) e permanece habitando-as por horas ou dias. Levando consigo uma bolsa feita dos mesmos fios contendo frutas, um ipod e um livro.
O corpo através de fluxo de respiração e tônus vai se amoldando ao tronco encontrando novas corporalidades e formas, adapatadas a permanências dilatadas no tempo, em diferentes nichos da árvore.
Uma relação de troca de ki (energia vital) é estabelecida entre o corpo e a árvore levando em consideração a pulsação de ambos a partir da circulação de fluidos.
Na residência na Terra Una, a ação será realizada em algumas árvores, seja com permanência ou apenas tramando fios. O convite se estenderá a outros residentes que porventura queiram se integrar a performance.
Vivencias de sensibilização de percepção e extensão de ki poderão ser compartilhadas como processo de trabalho.
Interação com o Ponto de Cultura
A proposta de vivência no ponto de cultura está relacionada a produção de um vídeo arte, ou documentário a partir da sensibilização e identificação das relações afetivas, emocionais, culturais ou estéticas que este público tem com o domínio morfoclimático local, onde vivem ou atuam – a Serra da Mantiqueira (em tupi-gurani: serras que choram), na mata atlântica. Procurando perceber relações culturais ligadas ao meio natural.
Os participantes serão estimulados a simbolizarem estas relações por distintos meios, pertinetes a cada indíviduo, estando livres a qualquer tipo de manifestação.
Imagens serão captadas segundo as escolhas dos participantes e do proponente.
Como se trata de uma pesquisa de campo em aberto; fica também a possibilidade de intervenção com os fios brancos feitas pelo público em árvores por eles escolhidas, estabelecendo paralelos com o projeto do proponente na Terra Una.
Sobre o artista
Graduado no curso de Ciências Biológicas; Universidade Federal de Uberlândia – MG.
Trabalhou com dança contemporânea no coletivo Maria do Silêncio Engenho Dança, no Uai Q Dança Cia. do Triângulo - Uberlândia - MG e na Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul - RS, entre 2000 e 2006.
Teve um trabalho autoral selecionado pelo Rumos Dança Itaú Cultural 2003.
Em Caxias do Sul e Porto Alegre, dirigiu, concebeu, e fez desenhos de luz de alguns espetáculos de dança, música e teatro.
Atualmente tem estudado e trabalhado com performance, fotografia e vídeo. Reside em Curitiba – PR onde esta finalizando uma residência na Casa Hoffmann - “analogias”. Seu trabalho mais recente, “hominidae”, foi selecionado no edital de artes visuais ‘arte móvel urbana’ em Uberlândia-MG, cuja ação gerou uma exposição de vídeo e fotos em galeria.
Concebe, produz e edita trabalhos áudio-visuais como o vídeo-arte: “dimensões”; o documentário “venda”, e o doc ficção “hominidae”, feito a partir da própria performance.
Recentemente fez workshop de performance com Marco Paulo Rolla (BH) e Shima (SP).
Tem estudado desenvolvimento de ki e relações corpo ambiente com o sansei Wilson Sagae.
Comentários
Obrigado pelo seu voto!
vidalluisa@yahoo.com.br
abração e mantemos contato tá!
esta residência, desde que conheço o projeto, é uma experiência que desejei muito.
acredito que será muito intensa.
farei o melhor que conseguir.
certamente será uma vivência muito significativa.
agredeço a oportunidade.
grande abraço e luz a todos.
se alguem quiser fazer contato: provisoriocorpo@hotmail.com
Parabéns, cara! Com boas energias!
Tudo bem? Cara, primeiro queria agradecer a troca, fiquei pensando muito nas coisas que você disse e depois queria agradecer de novo e enormemente a sugestão da Filogenia. Comecei a pesquisar e me perdi num mundo sem fim, ainda tô nele, valeu!
Não sei se entrou já, mas pode ver um projeto parecido ao "Natural Common Sense" no site (a foto que voce gostou é um fotograma do começo do video e aqui pode assistir em movimento.)
http://www.andar7.com/7Andar/Video/Entradas/2009/12/1_Sobre_Mar.html
Abraços!
Adorei sua proposta, muito bacana essa interface entre performance e instalação.
muita sorte!
bjons.
votei na sua proposta mano e eu acho que o projeto hominidae vai ficar sensacional em Terra UNA.
Deixo meu email para que possamos trocar idéias.
rodrigo@terramagica.com.br
Um abração
Rodrigo
Nossos projetos tem um foco comum mesmo! Espero que possamos viver esta experiência Terra Una.
Abraços e boa sorte! =)
sua apropriação sobre o ambiente é bem ativa e aguda.
Sucesso até meu caro.
Abraço.
Daniel
vamos manter contato me add no msn azulerosa@hotmail.com
bjos e sorte
daniela
Muito boa captação e muito curiosa a performance. Sorte pra gente trocar essas idéias artísticas. Bom ano, Valeu!
o ipod faz sentido quando faço a performance na cidade. ele carrega em si um contexto de tecnologia ao hominidae solitário que habita árvores.
na mata ele realmente não faz sentido. não usarei.
mudanças no projeto, que segue aberto ao meio e as resiginificações...
obrigado pela visita e questionamento.
abraço.
Aqui é só o começo de novos rumos.
flaviapaiva007@hotmail.com
Sorte!
mas por que o IPod?
Andei relendo teu projeto e acho que é um dos mais ousados e requer uma entrega enorme ao meio.
Fiquei com vontade de vê-lo realizado e presenciá-lo e quem sabe até participar dessa conexão animal-vegetal.
Tomara nos encontremos em Terrauna.
Abraço Virginia.
feliz ano novo!
boa sorte!
beijo
Mari
agradeço a todos que tem passado por aqui e deixado seus comentários.
esse processo de trânsito entre os trabalhos tem sido uma vivência muito rica.
redes orgânicas vão se formando, estendendo micélios, diminuindo fronteiras, aguçando olhares e pensamentos.
muito legal conhecer o trabalho de vocês e trocar idéias.
agora saio um pouco do cyber espaço.
vou colocar os pés na terra, tomar banhos de rio e cachoeiras, cozinhar piqui no mato e subir em árvores.
uma boa forma de começar o ano!
desejo a todos um 2010 cheio de energias, experiências e possibilidades.
abraços
hominidae
* se houver novas questões sobre meu trabalho, respondo no dia 02.
muito obrigado pelos comentários e questões sobre o meu projeto. foi um texto generoso.
aprendemos muito com o olhar do outro, e aqui tem sido um bom espaço de troca.
sobre o Ki, temos muito a experimentar e aprender; não é dificil perceber a energia da matéria viva; ela se apresenta de muitas formas e nos temos muitos canais sutis de percepção que estão além do que nos ensinaram social ou culturalmente. podemos sensibilizá-los a partir de práticas conduzidas ou mesmo pelo silêncio e atenção.
neste sentido a respiração pode ser elemento fundamental.
o significado etimológico mais tradicional de ki traz uma imagem bem sensível: a do 'vapor subindo do arroz enquanto cozinha'
poesia sensorial.
a escolha da árvore é bem critériosa segundo necessidades do trabalho, seja de ordem técnica, estética ou de outras que escapam à razão. quem sabe até as árvores possam me escolher?
não sei em quantas farei a ação, nem se serão próximas ou distantes, de espécies semelhantes ou distintas. ou ainda como vou compor visualmente o trabalho enquanto instalação - residuos das ações; ou mesmo como pensar as fotos e o vídeo.
estarei aberto e presente.
pretendo estender a proposta para outros residentes. não sei se haverá adesão ou não, de quantos, por quantas horas ou dias. e como se dará o comunicação destas vivências.
aposto na construção coletiva das idéias neste caso.
também é possivel que passe a noite em alguma árvore. e provavelmente não levarei ipod ou livro como prevê o projeto. repensando, conclui que estes elementos são significativos quando faço na cidade. na mata, outras percepções e estímulos me aguardam.
já vivi momentos de intemperies fazendo a performance em centros urbanos; já tive que adiar por chuva, já tomei chuva durante, já tive que fazer durante dois dias muito frios em curitiba porque tinha que aproveitar a autorização da secretaria de meio ambiente e urbanismo que tanto tentou me serciar, depois de anteriormente quase ter tido voz de prisão por estar sobre uma árvore sem autorização.
e dale casacos!
acho que as intemperies serão fatores menos complicadores neste caso, por ter um mês de residência.
quanto a desenlaçar as árvores, é algo a ser decidido durante a residência juntamente com os responsáveis pela ecovila. ainda não tive a oportunidade de deixá-los em nenhuma árvore. acredito que os fios resistam por um bom tempo no ambiente.
bom, como vê o projeto segue em aberto; esperando a oportunidade de se configurar segundo o meio, o tempo, as relações e possibilidades.
mais uma vez agradeço as colocações
deixo um abraço carinhoso
hominidae
Gostaria de continuar conversando com você, como falei me interessei muito pelo seu projeto.. pode me passar seu e-mail?
Até!
Abraço.
subir em árvore é muito bom!!!
Tecer teias, também!!!
Sou, ex-futura-bióloga, que abandonou o ambiente acadêmico, subiu as montanhas, para estudar um curso que se faz com a vida...
Atissou minha curiosidade essa troca de Ki com as árvores. Deu vontade de aprender.
Trabalho com fios, linhas, cordas e lã de carneiro, fazendo fios... desde muito tempo.
Teci uma teia em uma peça de teatro uma vez, com uma lã perfeita para tal, com muita lanolina, a ponto de grudar nos meus dedos... o que me fazia sentir mais aranha do que nunca. O entrelace dos fios foi perfeito.
Mas, senti o que muitas vezes acontece: no dia seguinte, na hora de ir embora, de cima da minha escada soltei as amarras, no canto do cômodo da imensa e antiga casa (da cultura)... e, minha teia virou um bolo de fios grudentos - sabe, que nem as teias que grudam nos nossos dedos...
Fico curiosa, no entanto, de entender como pensa em ocupar este espaço... de várias árvores? conectando-as para andar por cima, nas copas? já pensou no frio da serra?
Em maio pode cair até geada!
E depois, na hora de ir embora, vai desenlaçar as árvores?
Todas essas perguntas povoam meu ser, porque esta idéia me toca.
Um abraço, espero poder subir e tecer também um pouco dessas teias - compartilhar de um espaço para reflexão, silêncio... eu precisarei disso (de vez em quando) para poder sistematizar e recriar rumos e roteiros novos...
Inté
Fico muito interessado nas práticas de corpo/energia/ambiente ligadas a natureza e vejo
no seu trabalho possibilidades imensas de reflexão, auto-conhecimento e interação.
Neste ultimo final de semana estava com meus filhos
subindo umas árvores num parque daqui de Petrópolis e lembrei do seu projeto.
Olha meu irmão, espero que possamos trocar idéias
lá em Terra UNA e mesmo em qualquer outra oportunidade pois este prêmio que ótimo da tb a nos a possibilidade de conhecer trabalhos interessantes
e artistas muito interessantes.
Obrigado e um abraço.
Rodrigo
amarrar uma árvore se amarrando a ela é deixar-se ser árvore ou que árvore seja homem. pra mim, essa vontade muito forte de estar junto-amarrado serve mais para anular diferenças do que para reafirmá-las (ainda que com ipod e livro); como se a malha fosse suas raízes.
acompanhando o bate-papo dos comentários, vc me parece bem consciente e certeiro da sua ação, o que é bastante admirável, literalmente tudo bem amarrado.
com certeza seria um prazer encontrá-lo nesse projeto!
abc
Primeiro gostaria de agradecer ao comentário que vc fez sobre meu blog. Aliás, hoje incluí fotos de trabalhos novos!!!
Gostei muito do seu trabalho. Assisti o vídeo e fiquei impressionado com a força poética que sua ação adquire no espaço urbano.
Um abraço!
Boa sorte!
André R.
provavelmente tenha visto meu vídeo no MIP. registro de uma ação feita em curitiba. o vídeo que postei no projeto, foi feito em uberlândia-mg.
certamente este trabalho na mata tem conotações diferenciadas de quando faço na cidade. o ambiente e a interferência do público passante gera outros campos energéticos, atravessamentos e significados.
em terra una, será uma experiência mais sensorial e intimista, com uma percepção mais direta dos corpos animais e vegetais na mata, se aproximando mais ainda do projeto 'hominidae' - (superfamilia que engloba todos as espécies do gênero 'homo', mais orangotangos, gorilas e chimpanzés.)
será que conseguimos acessar memórias ancestrais a partir de determinadas ações?
tenho praticado recentemente um exercíco chinês milenar de troca de energia com as árvores que é muito forte. seguindo instruções de um sansei japonês com quem faço aulas de expansão de ki. as árvores são entidades muito intensas. é surpreedente a interação com elas.
penso que a vivência e os registros serão incríveis na mata.
agradeço os comentários e ainda mais o convite em habitar a árvore em frente a sua casa. fiquei tentado em fazer isso. quem sabe em breve.
tem foto dela?
gostaria de seguir falando contigo.
provisoriocorpo@hotmail.com
grande abraço.
Em setembro, o Paulo Nazareth fez uma ação usando essa árvore para subir pelas paredes do meu prédio. Foi muito especial aquilo!
Quem sabe vc não passa alguns dias nela?
abração
recentemete vi um video seu, ou que apresentava vc morando por um tempo em uma árvore numa praça.. agora não me lembro bem onde foi???
Enrolado em fios, vc se alimentava e se contorcia por entre os galhos. As pessoas viam aquilo, aquela presença irregular, desconexa e não conseguiam perceber o que aquilo podia significar nesse mundo tão obvio.
Algumas se sensibilizavam, buscavam classificações, sentidos... Foi bacana!
Para Terrauna, seu projeto já é um acontecimento diferente daquele, naquela praça. Me parece vital, arquetípico, menos contestatório. Não que não o fosse, na cidade grande, mas, nesse caso, a energia que se troca entre os corpos é mais direta, presente, integral...
O Homem das árvores. Um "primata"!!!????
Quero subir nessas árvores também....
um abraço e sorte
bem legal tua proposta, vc é quase o spiderman! acho que biólogos-artistas podem ser elos bem interessantes na residencia do terra una, para além do projeto individual. uma curiosidade: qto tempo vc ja ficou ali?
gostei tb de saber do tupi guarani, achei ainda mais bonito a serra ser chamada assim.
boa sorte pra nós entao! um abraço
Quero me pendurar junto e fazer imagens também!!!
abraços,
Drica Rocha.
Bacana essa vivencia na arvore!!
Boa sorte!
beijos,
Yasmim
muito bom seus comentários sobre práticas de reconhecimento de movimentos internos.
Eles são as potências das ações externas, os fluxos, as percepções - subjetividades...
Vou dar uma olhada na net sobre o assunto. Obrigado!
Os juizos de valores, por si só, já são classificações. Se pertinentes ou não, isso não vem ao caso. Quero reforçar a inutilidade das utilidades e de como nos baseamos em circunstancias mutáveis...
Acho muito legal que vc tenha percebido isso!
Como diz a Flavia, logo abaixo de vc, o silencio diz muito e no silencio podemos ouvir o que é realmente importante. Ou não ouvir nada, o que talvez seja o mais importante.
Penso que, nesse projeto, não existe uma caminho certo a seguir, nem uma necessidade dele acontecer. É pura poesia....
Grande abraço!
Seu projeto tambem ta cheio de comentários rsrsrs
vou dar uma lida no que propõe, pois ainda não fiz isso, e depois de escrevo novamente.
Ah...vamos torcer para nos encontrarmos em Liberdade, gostaria de fazer registros seus também, seu projeto diria que é bem "exótico"...adorei!
Beijos!
Obrigado pela visita e interessa.
Abraço!
obrigada pela visita ao projeto e ao blog!
legal sua proposta!
abraços
armadilhas, no sentido de prender a atenção das pessoas e, assim, estabelecer contatos e aproximações. A palavra armadilha foi usada porque esses animais que estamos tentando "capturar" não são "animais de verdade", mas animais míticos, como o minotauro, animais que residem no fundo da imaginação humana (chupa-cabra, boto-cor-de-rosa, mulher-gorila, etc). Ao mesmo tempo que são muito verdadeiros, pois constituem cultura, religiosidade, forças que indicam noções de cultura.
É exatamente nisso que penso com esse projeto, como num resgate do conhecimento visual que já temos da natureza (porém adormecido).
Adormecido por questões culturais como vc mesmo deve saber, mas estão lá, e busco essa sensação de "Eu conheço isso mas não me lembro muito bem o que é..." pra tentar me lembrar cada vez mais e descobrir conhecimentos antigos em mim.
Espero com a oficina perceber também se isto é real para os outros e de que forma. A observação e a representação são formas de ativar a memória...
Obrigada e boa sorte!
Luisa Vidal.
Obrigada pelas palavras :)
Abraço.
Posso subir junto?
Sem ipod nem livro, só banana e água...
Boa sorte e obrigado pelo teu comentário
Gus
sim, a gente quer fazer caminhadas.
caminhadas sem rumo.
caminhadas solitárias.
caminhadas com vendas.
caminhadas em grupo.
caminhadas conversas.
conversas caminhadas.
se perder na mata e voltar pra residência!
e obviamente vc está convidado.
abraço.
seu projeto tangencia, realmente, o ninhumanos. Legal demais.
Bacana o ritmo do video.
na verdade, aquela árvore é uma figueira da índia. suas raízes aéreas vão crescendo e se acoplando ao tronco e formando reentrâncias que formam espaços que são verdadeiras habitações, e isso se dá na altura dos galhos, também, a 4, 5 metros de altura...
abraços!
seu projeto tangencia, realmente, o ninhumanos. Legal demais.
Bacana o ritmo do video.
na verdade, aquela árvore é uma figueira da índia. suas raízes aéreas vão crescendo e se acoplando ao tronco e formando reentrâncias que formam espaços que são verdadeiras habitações, e isso se dá na altura dos galhos, também, a 4, 5 metros de altura...
abraços!
Que perfomance legal aquela com as beterrabas, valeu pela dica.
Gostei também da sua proposta, gostaria de passar pela experiência, me candidato também!
Beijo.
Boa sorte!
obrigada pelo comentario.
Achei tua proposta inusitada, achei mt louca esta ideia de se "amarrar" na arvore, imagino q mts pessoas so prestem atencao na natureza local da praca ou calcada depois de verem esta performance tua. As coisas estao la, mas as pessoas nao as veem.
Meu trabalho questiona um pouco isto, enxergar no escuro exige um esforco de atencao e percepcao q na maioria das vezes nao temos, mas q e fundamental.
Sucesso em Terra Una.
bj Ana
achei muito bonito seu comentário no meu projeto.
Torço para que seu projeto entre e pode contar comigo para habitar uma dessas árvores, caso entre também.
Abs,
Propostas de interação com a natureza diretamente parecem instigantes do ponto de vista do entendimento, inclusive de tentar perceber, em Terra Una, a percepção que as pessoas que vivem naquela região possuem, daquilo que as cerca.
Vai ser bom interagir com sua performance =)
Nos vemos!
grata
Obrigada por comenter meu projeto.
A propósito, frases no final foram engolidas. Aqui vão:
Na bagagem quase zero: papel e tecido em branco, cola branca, livros de cabeceira não brancos, carvão negro, pastéis de desenho.
A vivência na arte me ensina: ela é um meio efetivo de transformação. Unir sabiamente arte e ecologia. Isto é um sim, pretendo aprender e compartilhar.
Sobre o teu projeto:
Achei muito ousado e interessante. Essa história de se misturar com os troncos das árvores é muito instigante.
Abraço Virginia
que bonita essas vivências... quero uma árvore dessas como moradia...rs
Grande abraço.
Acho teu trabalho necessario
Leandro Rego
abração
Daniel
Outro dia fiquei desenhando um raminho de Ginko biloba e estava pensando exatamente sobre a passagem dos caldos das plantas e como isso dá forma às suas estruturas... Os desenhos ficaram ruins..hehehehehe mas, os pensamentos valeram a pena!
Obrigada pela explicação, vou ficar antenada na ideia!
Escrevo a todos trazendo uma reflexão para inspirar nossas escolhas sobre as propostas mais indicadas para este tempo de trabalho nas montanhas de Liberdade.
Muitas são as oferendas de beleza, arte, encantamento.. e há uma motivação sincera para compartilharmos (além deste espaço virtual) um encontro em Terra Una...
Acredito que a oportunidade de participar de um projeto como este para cada artista inscrito é muito especial... mas digo que além desta beleza há uma ainda maior que é a de muitas crianças, jovens, adultos e os ainda "mais adultos"... em receber em sua cidade (de 6.000 habitantes ! que não tem biblioteca pública, além das existentes nas escolas, que não tem sala de cinema, teatro ou qualquer outro espaço onde se possa manifestar a arte... em todos os seus aspectos... ) um centro cultural...
Para que a comunidade sinta-se motivada a chegar até o Ponto de Cultura o convite para as vivências precisa ser claro e ao meu ver que tenha (o projeto) continuidade após os meses do Interações Florestais.
"A passagem do vento em si só trás mudanças
mas se uma semente cai em solo fértil....
quanta diferença !"
Se possível, gostaría de saber como cada participante visualiza a continuidade de seu projeto no Ponto de Cultura.
Ainda estou lendo os projetos...
muita beleza, muita criatividade,
presença do Divino !
Jaiva Dharma (Josiane Fontana)
A minha proposta tem um pouco a ver com a sua, ia ser divertido nós povoarmos Terra Una de árvores-moradia para fermentar o próximo meme mundial em arquitetura verde!
Abração
Daniel Seda
(moráveis orgânicos)
Um braço, parabéns!
Parece que temos muito em comum em nossos projetos. Que lindas imagens essas, principalmente a que você está na água, me remeteram John Millais, na obra "Ofélia" (1852) em uma pintura simplesmenmte maravilhosa.
O fato de você tomar posse de uma árvore e habitá-la, literalmente falando, dá ao seu trabalho formas de apreciação e registros os mais diversos possíveis.
Em momentos vejo força na solidão, mas em outros parece que a quantidade seria primordial.
Sua proposta me fez lembrar uma nova casa, um lar. Uma ação dessas na paisagem urbana deve causar um grande estranhamento por parte do público, mas arte também é isso.
Parabéns e boa sorte
Gilio Mialichi
por alguns dias passei a dormir em um cajueiro deitado em seus galhos retorcidos junto com outros ser da noite...
durante o dia compartilhava com os micos e pássaros, formigas...
estou a desenhar um lar móvel que permite um bom descanso suspenso...
aceito o convite de participar em sua performance
paz e poder
Ricardo.
bom te ver por aqui.
imanginei que seu projeto tinha tudo a ver em ser testado na mata.
e está prontinho.só fazer.
abraço.
Espero que teu projeto entre! Tô torcendo!
Um grande abraço e sucesso!
...um abraço....
...A..o...L....e....o......


